A frase acima é de Luke Wroblewski que nesse talk do LinkeIn nos mostra porque devemos planejar nossos produtos para dispositivos mobile primeiro, mesmo que o objetivo final não seja uma aplicação para celular.
O talk está em inglês mas coloquei os principais pontos (relacionados a user experience e design de interação) discutidos por ele em português logo abaixo
Produtos devem ser planejados para mobile primeiro (mesmo se o objetivo não seja mobile).Existem hoje mais de 10 bilhões de celuares no mundo. O crescimento do acesso a internet via mobile cresce 8 vezes mais rapido que o acesso desktop.
Razões concretas para que pensemos em mobile primeiro.
- O crescimento da tecnologia mobile gera inumeras possibilidades.
Joe Hewitt, o criador da App do Facebook para Iphone, uma das Apps mais baixadas da AppleStore disse que “Inicialmente o objetivo era criar um complemento ao site, mas aos poucos ele se convenceu de que era possível criar uma versão do Facebook que poderia ser melhor que o proprio site.
Pessoas que usam a versão mobile do Facebook são 50% mais ativas que as pessoas que utilizam a versão Desktop.
- Obstáculos fazem o usuário focar mais
Todas os obstáculos como telas menores, velocidade de conexão baixa e tecnologia ainda em desenvolvimento faz com que o foco na tarefa seja o principal objetivo de uma aplicação mobile.
Em dispositivos desktop a tela padrão disponivel é de 1024×768 enquanto na média o espaço de interação nos dispobitivos mobile é 80% menor (320×480). Isso mostra que o foco deve ser facilmente identificado nos dispositivos mobile em comparação aos desktop.
No Iphone Interface Guidelines diz “Em Iphone Apps, a função principal deve ser identificada imediatamente. Minimizando o número de controles aos quais os usuários devem escolher.Focando a atenção nas tarefas principais.
Em dispositivos como Ipad ou Iphone não existem menus, o proprio conteúdo é a UI do aplicativo. Pensando nesse sentido reduzimos a quantidade de objetos e interações que não fazem parte da tarefa trazendo o foco para o próprio conteúdo.

