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10 Princípios de ouro para a criação de aplicativos web de sucesso.

sábado, 1 de maio de 2010

O nome do post parece um chamariz para paraquedistas, mas é com certeza bastante útil para quem, assim como eu, tem planos ou já está no caminho de criar o seu próprio serviço web-based.

O vídeo abaixo é de Fred Wilson, diretor de uma das mais importantes empresas de Venture Capital americanas, a Union Square Venture. Ele tem em seu background mais de 15 anos de investidos no negocio de aplicativos web e com certeza tem bastante a acrescentar. O vídeo é em inglês, mas logo abaixo eu faço a transcrição dos pontos mais importantes de cada item.

1. Speed (Velocidade)
Primeiro e talvez mais importante, acredito que velocidade é mais que apenas uma característica, é a mais importante delas.

Se seu aplicativo é lente, as pessoas não o usarão. Quando percebemos alguma empresa de nosso portfolio está ficando lenta, nós também notamos que seu crescimento não é tão rapido quanto deveria. É uma evidência empírica que reforça o fato de que velocidade é realmente a mais importante característica de seu produto.

2. Instant Utility (Utilidade Instantânea)

O serviço deve parecer útil instantaneamente. Se você constroi um serviço e os usuarios perdem uma hora configurando, importando contatos, preenchendo cadastros, eu acredito que as pessoas não o usarão.

3. Software is media (Voice)

Eu tenho uma visão de que softwares são mídia nos dias de hoje. Particularmente o consumidor de softwares se aproximam de seu aplicativo da mesma forma que se aproximam de media (Shows de TV, Jornais, Revistas, etc).

Seu software precisa ter personalidade, as pessoas precisam sentir que estão consumindo midia, quando estão usando seu software. Lembre-se do caso das pessoas que usam camisetas com os dizeres “Fail Wale” sobre as constantes falhas do Twitter.

4. Less is More (Menos é mais)

Menos é mais. Porém a medida que o tempo passa você pode expandir a utilidade de seu serviço. Facebook hoje em dia possui 20 ou 30 diferentes características que são significantes para seu serviço, mas quando começou era realmente bastante simples.

Um dos investimentos favoritos de nossa empresa é no Delicious. A coisa que mais adoro no Delicious é sua simplicidade. Não há muita coisa que se pode fazer, mas o que você consegue fazer é realmente poderoso. Você o utiliza todos os dias e, muitas vezes, 5 ou 10 vezes no dia. Este tipo de serviço em que você faz apenas uma coisa, mas o faz o tempo todo, reforça e passa a ser muito útil.

5. Make it Programmable (Torne isso programável)

É importante tornar sua aplicação programável, tornar possível que outras pessoas possam construir a partir dela, conectar-se com ela e adicionar algum valor a ela. Não são todas as companhias que lançam aplicativos com API livre para ler ou escrever outras APIs, mas estamos constantemente estimulando-as a faze isso.

6. Make it Personal (Torne-a personalizável)

Quanto mais de sua personalidade, de suas informações, de sua energia, o público deposita em sua aplicação, mas esta torna-se pessoal para os mesmos. Eles sentem-se donos e assim tornarão cada dia mais advogados de sua marca.
isto significa personalização de background, adição de avatares, user-generated content, qualquer coisa que faça com a pessoa sinta-se dona desse aplicativo.

Claro que isso pode trazer problemas. Uma mulher empregada do Last.fm disse que os consumidores da Last.fm sentem-se realmente donos da aplicação e toda vez que o time de desenvolvimento faz algum tipo de alteração, eles recebem centenas ou milhares de posts negativos a respeito das mudanças. Isso na verdade é positivo, pois é um sinal de que as pessoas se importam com seu serviço e quanto mais eles se sentirem assim, melhor.

7. RESTful.

[REST é um termo técnico utilizado pela engenharia de software para sistemas distribuidos como a Internet]
[Para tentar esclarecer de forma mais simples, Fred Wilson, focou apenas no
findability, ou seja a capacidade das pessoas se encontrarem e se identificarem dentro do sistema.]

Na arquitetura REST os seus recursos possuem uma URL e eles podem ser acionados através desta URL. O que eu quero dizer é que este principio do REST deve ser utilizado em web-apps. TUdo na aplicação deve possuir uma URL limpa e compreensível.
Pense nas listas do Twitter. Algo como “twitter.com/fredwilson/list/software…” A URL é compreensível para qualquer um. Você pode enviá-la por email e qualquer um, inclusive minha mãe, pode entender do que se trata.

8. Discoverability (Fácil de ser descoberto)

É um pouco similar ao slide anterior, mas a partir do instante em que você lança um aplicativo na web é como procurar uma agulha em um palheiro. Existirão centenas, milhares ou milhões de outros serviços concorrendo com o seu e como o usuário encontrará o seu? Em um nível básico, isto significa que você precisará otimizar seu conteúdo (SEO) para que ele possa ser descoberto pelo Google.

Porém isto também significa que seu conteúdo deverá ser otimizado para as mídias sociais. SM é tão importante quanto busca. Porém isso não significa “vamos fazer um viralzinho para a aplicação”. O produto precisa se “vender sozinho” nas buscas e mídias sociais, crescendo aos poucos. Desta forma ele se tornará “descobrível”.

9. Clean (Limpo)

A aplicação não pode ser poluída. Você deve olhar para a página e não se sentir incomodado com um caminhão de coisas. Não importa se a aplicação é clara ou escura, o importante é que exista respiro nas informações. Muito espaço, fontes grandes, sem muitas funcionalidades apresentadas em um só página.
Torne a aplicação convidativa, e torne isso fácil de ser identificado pelas pessoas.

10.Playful (Divertido)

A habilidade de tornar sua aplicação divertida é realmente importante. A dinâmica de jogo é o que você deve usar para fazer com que os usuários faça o que você quer que eles façam. Pense nos Vigilantes do Peso. É um jogo, você estabelece metas, analisa seu desempenho perante as metas, você se reporta contras essas metas e ganha recompensas quando alcança as metas.

Se você olhar para web-apps famosas como Linkedin ou Facebook quando lançadas, existiam inumeras pessoas que pareciam maníacas querendo acumular o maior número de amigos possível. Ou o maior número de seguidores no Twitter, existe uma clara dinâmica de jogo nesse comportamento.
Foursquare utiliza uma série de elementos de jogo como status, badges, e coisas parecidas. A aplicação precisa ser divertida de ser usada.

Via

1 ano de Mormasso Blog

segunda-feira, 22 de março de 2010

Na verdade o blog está fazendo 1 ano e 3 meses, mas a gente arredonda e dá um desconto a minha total falta de comprometimento. Além do mais, festa em dobro já que semana passada também assoprei as velinhas :)

Comecei o blog porque achava que tinha muito o que falar, descobri que pouquíssimas pessoas estavam interessadas em ouvir e nada melhor do que o tempo para provar que Deus nos deu dois ouvidos e uma boca por um bom motivo. Escutar muito mais do que falar. E agora blogo com menos frequencia porém com melhor qualidade… eu acho.

Em um ano de blog o Mormasso foi visitado quase 30 mil vezes com um total de mais de 42 mil páginas clicadas. Pouquíssimo no universo das pseudo-celebridades da internet (o Jovem Nerd tem isso por episódio de Nerdcast), mas mta coisa para um desconhecido e maluco digital como eu.

Vocês tem acompanhado a minha transição na carreira e na vida, e agradeço muito aos poucos que se atreveram a meter o bedelho nos meus posts estranhos e mal escritos. Vocês fazem parte deste crescimento e como prêmio, ganham a primeira fatia do bolo.

Informações genéticas podem mudar comportamentos?

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Ok, esse post vai começar mais estranho que o normal. Vou começar com uma pergunta. Você deixaria a sua vida, sua saúde, seu bem estar nas mãos de uma máquina ou um sistema? Uma máquina que soubesse tudo sobre o seu DNA, ou sobre o seu genoma e que a partir desses dados indicasse o que é bom ou ruim para você.

É com certeza uma pergunta capciosa e que merece ser analisada com cuidado. Porém é interessante perceber o quanto a tecnologia e a informação tem (ou pelo menos parece estar) tomado conta de nossa vida, nos fazendo um híbrido entre homens e máquinas. Ganhando espaço onde nos sentimos mais seguros e “originais”, dentro de nós mesmos.

Comecei a viajar nesses pensamentos depois de ter assitido o vídeio abaixo.

Fui atrás do perfil desta senhora em questão (Esther Dyson) e descobri que ela é uma investidora do mundo 2.0 com capital investido em empresas como Flickr e Del.ici.ous (yahoo) entre várias outras digitais e não digitais. Seu ambiente de investimentos é tão amplo com contemplam desde estudos sobre o genoma humano até viagens espaciais.

Ok, até aí tudo bem, o mundo é movido pela curiosidade e o empreendedorismo certo? Sim, mas em determinado momento a senhora diz uma frase que prendeu minha atenção. Quando falava sobre as possibilidades e as benéfices de se ter informações tão pessoais (como o SEU genoma) abertas ao SEU conhecimento ela diz “The machine doesn’t control you, but it reminds you how to control yourself”. Um ponto um tanto “fora da curva”, não? Como assim a MÁQUINA, me AJUDA a ter auto controle? Sua justificativa principal para esta afirmação é de que quanto mais sabemos sobre nós mesmos e nossa saúde mais somos aptos a tomar melhores decisões sobre nosso bem estar.

Nesse ponto volto a questão no inicio do post. É realmente interessante deixar que uma máquina (ou uma rede, um sistema, seja la o que for) me diga o que é bom ou não para minha saúde? Indo mais adiante na questão temos mais coisas a temer. Onde estariam armazenadas estas informações? Quem tem acesso a elas?

Uma das empresas das quais Esther Dyson é investidora e faz parte do board executivo é a 23andMe. Uma empresa cujo o objetivo é fazer com que pessoas conheçam mais sobre sua vida, história e saúde através de uma análise de seu DNA. Funciona assim: Você compra um kit para um tipo de teste específico (conhecer sua arvore genealógica ou obter mais informações sobre seu DNA e explorá-lo da melhor forma). Eles te enviam o kit para coleta (sim, você cospe em um vidrinho), envia de volta para a empresa e algumas semanas depois, você loga em uma área especifica do site e obtem todas as informações sobre o seu DNA. Simples assim.

google_dontbeevil

Indo um pouco mais a fundo na história descobri que uma das fundadoras da 23andMe é Anne Wojcicki (esposa de Sergey Brin, um dos fundadores do Google). Hmmm, agora sim começa a fazer sentido essa história não?

O objetivo deste post não é formular teorias conspiratórias ou qualquer coisa do tipo, mas perceber que existe (mesmo que remota) a chance do Google obter informações sobre o seu DNA e saber o que é bom ou não para você já causa grandes arrepios. Esta é uma informação que ninguém mais além de você deve conhecer não? Talvez no máximo seu médico de confiança.

Para finalizar, coloco mais uma frase citada no começo do vídeo por Esther. “Quando as pessoas entendem como seu corpo funciona, e os impactos de seu comportamento, elas conseguem tomar melhores decisões sobre sua propria evolução sem serem FORÇADAS ou ILUDIDAS a fazerem isso”. Será? Errar não é mais humano?

Mormasso Sound no #MusicMonday

domingo, 1 de novembro de 2009

Aproveitando que já fiz jabá do meu twitter no post anterior, resolvi fazer jabá de mais uma iniciativa digital deste que vos escreve.

O projeto #musicmonday foi idealizado pelo meu brother e parceiro no Frankenstoria (Douglas Miguel) com o objetivo de difundir a boa musica na blogosfera e twittosfera brasileira. A integração com o Twitter basicamente se encerra na hashtag que dá nome ao projeto, porém novidades estão a caminho.

A convite de Douglas, levei o Mormasso Sound (espaço destinado à música aqui no Mormasso Blog) pra lá. Mais abrangente e coerente com o conteúdo divulgado. Na verdade mudei de casa e de formato. O que aqui era postado como texto e links do youtube, lá está em formato de podcast. Quer dizer, além de conhecer meus gostos musicais e bandas que estou ouvindo no momento, você terá como um plus, minha voz como companhia bem próxima. Fungando no seu ouvido!!

Piadinhas à parte, as postagens estão bem legais e focadas somente em bandas independentes brasileiras. Já foram ao ar os três primeiros programas. Abaixo você ouve o último deles com o link para os dois anteriores.

PS.: Não se assuste com minha gripe, nesse dia foi f#$*da!

Mormasso Sound n°2 | Das garagens dos anos 90 às pistas de dança dos 00

Mormasso Sound n°1 | Chegando de mansinho para não assustar

Desculpas esfarradas com justificativas louváveis.

domingo, 1 de novembro de 2009

Para os poucos de vocês que AINDA assinam o feed do Mormasso, ou acessam o site com alguma frequência a procura por novidades, mais uma vez um post “choramingão” com pedido de desculpas. Porém desta vez com boas justificativas.

Muitas mudanças ocorreram em minha vida nos últimos dois meses. Mudanças que passam pelo fato de descobrir que vou ser pai (OMFG!!) e que vão até o fato de ter mudado de cidade e emprego.

Há cerca de duas semanas assumi um dos postos na criação e direção de arte na A2C em Joinville. A mais importante (e talvez maior) agência digital de Santa Catarina responsável pela comunicação digital de clientes do porte de Tigre, Bali Hai, Shulz e que aos poucos alça voos maiores na babilônia comendo pelas beiradas um pouco do potencial digital de clientes como Itau, Banco do Brasil e Bad Boy.

Tudo isso fez com que deixasse (com muito pesar) de lado o Mormasso. Não vou abandonar o blog, muito pelo contrário, porém devo previnir aos que ainda me seguem que as atualizações aconteceram com uma frequência um pouco menor.

Já comentei em outro post choramingão que estou bastante atuante no twitter. Como a conta é pessoal, peço que não se assustem (caso resolvam me seguir) se receberem twetts com mensagens pessoais para amigos, links engraçadinhos e coisas do tipo além dos tradicionais links informativos sobre publicidade, tecnologia, midias sociais, design etc. Porém o que faço lá, é uma extensão do que já fazia e faço aqui. Uma conversa direta, sem formalidades com vocês que muitas vezes acessam o blog justamente por essa característica menos “pedante”.

15° Talento Universitário Furb

domingo, 20 de setembro de 2009

Atenção galera. Se você esta regularmente matriculado em alguma instituição de ensino superior de Santa Catarina, faz graduação em cursos de  Comunicação Social - habilitação em Publicidade e Propaganda, Design e Webdesign e acha que tem boas idéias nessa cacholinha, chegou a sua vez de tirar a mascara e mostrar se é talentoso de verdade.

talento_universitario_furb

Do dia 1° a 12 de Outubro estarão abertas as inscrições de peças das áreas de Publicidade e Propaganda, Design e Webdesign no 15° Prêmio Talento Universitário Furb (Universidade de Blumenau). A premiação universitária, reconhecida nacionalmente como uma das mais importantes do Brasil, possui a coordenação dos alunos do oitavo semestre de Publicidade e Propaganda e da professora Magda Fiorese.

O nível da comissão julgadora é bastante alto e a novidade é que neste ano um dos jurados da categoria Webdesign será este que vos fala. Veja você! O que garante que o pessoal não está para brincadeira ;)

Em seus 15 anos, a premiação já recebeu mais de 6 mil inscrições de alunos de todo o estado. Então se você acha que chegou a hora de mostrar sua cara no mercado, tire sua máscara e revele seu talento.

Qual é a sua grande idéia para que o mundo evolua?

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Essa é a pergunta lançada pela Good Magazine, uma publicação online no estilo crowdsourcing cujo objetivo é disseminar novas práticas de conviver em harmonia com si próprio e o mundo que te cerca. Não conhecia e achei bem bacana.

good_magazine

A revista Good em parceria com o site Babelgum está convocando qualquer um que tenha uma boa idéia para mover a humanidade a frente, que a exponha através de envio de um video explicativo, ou um twitt ou mensagem diretamente no site. Desta forma, as idéias mais interessantes serão animadas e expostas no site Babelgum. Abaixo um video explicativo.

O objetivo dos caras não é muito prático, mas achei bem bacana a iniciativa. Um brainstorm que pode propor soluções interssantes para o nosso complicado dia-a-dia. Tem uma idéia boa? Então mande, vai que alguém topa produzir!

Escala Pentatônica, Neurociência e Usabilidade

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Denominam-se escalas pentatônicas, em música, ao conjunto de todas as escalas formadas por cinco notas ou tons.

A neurociência é um termo que reúne as disciplinas biológicas que estudam o sistema nervoso, normal e patológico, especialmente a anatomia e a fisiologia do cérebro interrelacionando-as com a teoria da informação, semiótica e lingüística, e demais disciplinas

Usabilidade é um termo usado para definir a facilidade com que as pessoas podem empregar uma ferramenta ou objeto a fim de realizar uma tarefa específica e importante. (definições da Wikipedia)

Papo de doido? Então veja o video abaixo.

dica do @rodrigosebold

IronMan vs Bruce Lee.

terça-feira, 16 de junho de 2009

Lembram que há algum tempo atrás postei aqui uma disputa bboy entre o Batman e o Coringa? Pois é, desta vez o pau pega entre o IronMan e Bruce Lee. Messier Boivin fez de novo!

Como visto no Mad Max. Dois homens entram, um homem sai!

Vi no blog do Matias

Mormasso Sound nº10 | Everybody most get stoned…

sábado, 6 de junho de 2009

Olá amigos. O Mormasso Sound chega à sua décima edição e é com muito orgulho que digo que está sendo uma das sessões mais visitadas do site. A galera anda contribuindo bastante por email e comentários indicando bandas e artistas que ainda não conseguiram algum espaço na internet. Por isso indique, comente, contribua! Se a banda for boa, cai no Mormasso Sound.

A dica de hoje foi dada pelo Xorão no Mormasso Sound nº4 de Math Rock. Não! não é Bob Dylan, é Stoner Rock na cabeça!

Vou tentar contar uma breve história deste movimento que mistura num mesmo caldeirão heavy metal, punk, riffs graves e lentos com psicodelia que se iniciou no fim dos anos 80 e até hoje sobrevive nos clubs undergrounds do mundo e nos players de alguns poucos admiradores.

A banda mais conhecida e representativa do inicio do Stoner Rock com certeza é o Kyuss (se diz kayos). A banda californiana se formou em Palm Springs em 1989 e contava com John Garcia (vocal), Josh Homme (guitarra), Chris Cockrell (baixo), Brant Bjork (bateria) e Nick Oliveri (guitarra base). Conhece alguns desses nomes? Mais a frente vou falar mais deles. Infelizmente o Kyuss se dissolveu em 1995 para a tristeza dos fãs, porém a partir dela alguma coisa aconteceu no mundo do rock. Abaixo o vídeo de Green Machine.

Após a dissolução do Kyuss, seus integrantes passaram a trabalhar com projetos independentes. Um deles foi o vocalista John Garcia que após algumas tentativas infrutíferas com o Slo Burn e Unida, ainda se mantém na atividade com sua nova banda Hermano. Mantendo a mesma qualidade sonora e vocal do Kyuss, porém com bem menos cabelo. Abaixo o clipe de My Boy.

Outro ex- integrante do Kyuss que se mantém em atividade no mundo underground é o baterista (agora guitarrista e lead singer) Brant Bjork. Com sua banda Brant Bjork and the Bross, o ex baterista mantém a estética crua do Stoner Rock em uma formação de power trio que contrasta bastante com seu visual hipponga revolucionário. Abaixo o clipe de Born to Rock.

Agora a desculpa para toda essa falácia até agora. Com certeza a banda que mais deu certo após o fim do Kyuss foi o Queens of the Stone Age (QotSA). A história do QotSA começa quando o jovem Josh Holmme (ex-guitarrista solo) que após mudar-se para Seattle desiludido com a música e apenas 22 anos de idade,  resolve fazer faculdade. Obviamente não deu muito certo e logo depois Josh encontra uma nova banda para tocar, a já baleada banda grunge Screaming Trees (Mark Lenagan que merece um Mormasso Sound só pra ele). Nesse meio tempo Josh Holmme toca com o Sreaming Trees e volta para o deserto californiano para formar uma banda paralela, o QotSA com seu ex-companheiro de Kyuss Alfredo Hernandez.

Em 2000 o Sreaming Trees acaba oficialmente e Josh Holmme fica com tempo de sobra para se dedicar exclusivamente ao QotSA. De lá pra cá o QotSA lançou quatro cds: Rated R, Songs For The Deaf (que trouxe a banda para o grande público), Lullabies To Paralyze e Era Vulgaris.

Abaixo você vê e ouve Millionaire em uma apresentação da banda de Josh Holmme no programa inglês From the Basement.

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Gostou desta edição do Mormasso Sound? Então veja as outras nos links abaixo:

Mormasso Sound nº9 | Bandas de Minas… Gerais.

Mormasso Sound nº 8 | Banda de Mina.

Mormasso Sound nº7 | Sem vocais por favor!

Mormasso Sound nº6 | Independência ou morte!

Mormasso Sound Nº5 | motherfolkers

Mormasso Sound nº4 | 2+2 é igual a raiz quadrada da gaiola do som.

Mormasso Sound nº3 | new 80’s

Mormasso Sound nº2 | A take away show

Mormasso Sound nº1 | Edição histórica