Arquivo da Categoria ‘Internet’

Você está falando comigo? Ou está falando sozinho…

sábado, 6 de março de 2010

Minha cabeça explodiu várias vezes enquanto assistia a palestra abaixo de Michael Wesch no Fórum de Democracia Pessoal sobre a Antropologia no Youtube. Por quê? Porque realmente cheguei a constatação de que a web 2.0 criou comunidades individuais. Por mais paradoxal que isso possa parecer, a maior parte das redes sociais são um espaço aberto para que você seja humano o suficiente para se abrir CONSIGO MESMO, não necessariamente com outros humanos.

Recomedadíssimo! Assista (Ingles com legendas)

Parece mais uma de minhas divagações malucas, mas o raciocinio é bem simples. Ao realizar um estudo com um grupo compostos por seus alunos da Kansas State University (EUA) e uma pesquisa com mais de 80 mil videos na internet, Michael chegou a esta equação.

Anonimato + Distância Geografia + Dialogo raro e efêmero = A liberdade de experimentar a humanidade sem medo ou ansiedade.

A experiência de postar um vídeo no YouTube torna-se muito mais social e antropológica que tecnológica. Um conteúdo denso, como um desabafo tende a se diluir no meio de um universo infindável de informação produzida por milhões de outras pessoas que possuem as mesmas angústias, alegrias e frustrações que você. Talvez esse anonimato, esse “sozinho no meio da multidão” versão 2.0 tenha nos tornado humanos de verdade (ou não) para nos abrir. Mas que experiência maluca é essa de se abrir para uma webcam? De conversar sozinho, de dialogar e refletir consigo mesmo em blogs, podcasts ou twitter.

O ser humano é um bixo problemático. E eu me incluo nessa.

Dados vinculados e o futuro da informação

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Alguns dias atrás postei aqui uma palestra com Fernanda Viegas da IBM sobre visualização de dados e obesidade da informação. Pois bem abaixo vocês assitem mais uma palestra do TED, desta vez com Tim Berners-Lee um dos criadores da web. Ele conta um pouco sobre como ajudou a fundar as bases da internet e seus protocolos e quais é o futuro da internet.

A palestra está em ingles, mas você pode colocar legendas em português. Portanto sem desculpas para não assitir :)

Sobre mulheres em carreiras digitais, novas oportunidades em TI e uma internet cada vez mais “menininha”

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Ainda não me expressei publicamente aqui no blog sobre isso, mas em breve serei pai de uma garotinha chamada Lunna. Como podem imaginar, os amigos sacanas já me encheram com um arsenal infindável de piadas sobre “garotinhos safados com hormônios saindo pelo ladr”ao” e o futuro de um “pai de garota adolescente”. Como acredito que uma das bases do carater da pessoa, se  dá pela educação que recebeu dos pais, meu alento vem do fato de que cultura não vai faltar a essa criança e, espero eu, conhecimento também não.

bebe

Essa introdução foi simplesmente para mostrar qual o motivo que me interessou a ler este artigo () publicado na Interactions Magazine tratando sobre como as carreiras nos campos de ciência, tecnologia, engenharia e matemática tenderão ao crescimento entre as mulheres nos próximos anos. Traduzi algumas partes do artigo nos próximos parágrafos, vale a pena dar uma boa olhada.

“Como uma garota pode crescer e se tornar uma técnica, engenheira ou cientista? Prover às garotas conhecimento e incentivo para galgar altos cargos em ciencia e tecnologia é uma grande responsabilidade de educadores e empregadores. Como professores, expecialistas em recursos humanos, governo, universidades e organizações femininas podem contribuir para aumentar a quantidade de opções nessas cadeiras para mulheres?” - Women in Science and Technology”, um artigo no MIT Workshop de maio de 1973.

Recentemente começamos a perceber que as mulheres estão dominando o universo em expansão da criação e produção de conteúdos culturais. Estatísticas impressionantes surgem mostrando que a participação de mulheres em veículos de social media como blogs, microblogs, video sharing e outras redes sociais crescem e a passos largos.
Uma recente pesquisa realizada pela Q Interactive em agosto de 2009 mostra que de um grupo de 1000 mulheres, 45% gasta menos tempo assistindo TV e mais tempo em sites de redes sociais. A pesquisa também mostra que 75% dessas mulheres são mais ativas em midias sociais do que elas eram um ano antes.

Estatísticas da Pew Internet & American Life mostram que “comunicações”, em todos os aspectos, é de dominio das garotas, desde comunicações “ao vivo” a celulares e programas de IM. Garotas também estão ocupando o espaço dos homens nas redações dos jornais (49% a 20%) movidas pelo desejo de comunicar. Garotas pensam em midias sociais simplesmente como uma nova forma de gerar e transmitir conteúdo.
No âmbito das midias sociais, garotas dominaram a blogosfera teen e as redes sociais - 66% das garotas tem SNS (social networking service) profile comparado com apenas 50% dos garotos. 34% das garotas (contra 20% dos garotos) mantém algum tipo de jornal ou blog. O dominio de garotas nas midias socias é representativo em todas as idades.

O Pew Study também informa que adolescentes em transição para fase adulta ainda sim continuam mais propensas a blogar e produzir conteúdo quando comparadas a garotos mais velhos (38% das garotas entre 12-14 blogam versus 18% dos garotos 15-17).

Altamente especialistas na arte de criar estórias e expandir conexões sociais, garotas adolescentes abraçaram a internet e transferiram estas habilidades para as midias sociais ao mesmo tempo em que a própria tecnologia passa por mudanças radicais, provendo oportunidades de alto expressão a perder de vista. Neste novo modelo de aprendizagem, a excitante convergência da web social com o modelo de desenvolvimento open source habilita uma geração inteira - GenY - de garotas ajudando garotas a transitarem da criação de conteúdo à programação e codificação. [falo um pouco sobre o meu pensamento particular no fim do texto.]

Um grande exemplo disto é o Alice Project (Alice.org) da Carnegie Mellon University com apoio da AE Games. Alice é um ambiente de programação orienteado a objeto, educacional, open-source que ensina jovens crianças e adolescentes a criar animações e contar estórias. Por exemplo, o conto infantil Alice foi criado com foco específico em crianças em idade escolar, garotas em especial, motivando-as a aprender programação através de pequenos filmes em animação 3D.

aliceorg

O momento de entrar no mundo da programação somente ganhará força para garotas e jovens mulheres a medida que elas crescem e transcendem a barreira do storytelling. A medida em que elas aumentam seu contato com a tecnologia guiadas pelo desejo por games, celulares e computadores, ou conexões em redes sociais cresce também o poder de ver e entender a tecnologia como uma ferramenta de mudanças.

A pervasividade da tecnologia em vários aspectos de nossas vidas e sociedade, obviamente é muito diferente do que era em 1973. Uma importante mudança ocorreu no cenário de lá para cá. Isso é o que Sue Rosser, em Female Friendly Science, chama de Contexto Social. Rosser clama em seu extudo por uma contextualização da tecnologia com propósitos mais nobres, como o da consciência social unindo homens e mulheres dos campos da ciência e tecnologia.
anika
Anika Ayyar, é uma adolescente da Harker School em San Jose, California que mostra o exemplo desta tecnologia “socialmente consciente, feminina e humana” Ayyar é a fundadora da Skipa-Birthay.com. Uma rede que convida tweens e adolescentes (10-18 anos) cujos aniversários caem em uma mesma data a abrirem mãp de suas festas individuais de aniversário, em detrimento de uma única festa para todos os aniversariantes em questão afim de arrecar fundos para organizações sociais de amparo.

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O texto continua fazendo a relação entre o poder feminino de comunicar e se relacionar com as possibilidades no mundo da tecnologia e dos números para quem realmente quer “fazer alguma coisa”.

Em alguns pontos eu discordo, principalmente quando o texto diz que é preciso ultrapassar a barreira do lúdico (como da socialização e da produção de conteúdo digital) em direção a programação e a “codificação” para entender as possibilidades da vida digital. Essa postura meio “separando meninos de homens” ou “meninas de mulheres” quando falamos da transição entre conteúdo e programação me incomoda, haja visto que nunca foi tão necessário entender de sociedade e antropologia para desenvolvedores como agora. O inverso também serve para designers e criadores. De nada vale saber contar bem uma história e criar experiências facinantes se o profissional não entende da execução.

Porém o que me fascinou realmente no texto foi a transposição do comportamento tipicamente feminino para ambientes sociais digitais, algo que já havia percebido, mas nunca dado valor. Esse é o mundo onde minha filha vai nascer, uma sociedade onde homens e mulheres são cada vez mais iguais tanto socialmente quanto digitalmente. Ou não.

O poder dos testes de usabilidade na experiência de uso de produtos e sistemas online

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Ando estudando bastante sobre as várias disciplinas, etapas e processos que tratam de um bom Design de Interação. Uma delas, que inicialmente achava uma chatisse (e a primeira vista realmente o é), mas que agora estou aprendendo a amar são os testes de usabilidade.

Diversas vezes ouvi designers e diretores de arte web falando mal de testes de usabilidade e Arquitetura de Informação por achar que os mesmos “dificultam” ou “tiram a graça”  do trabalho. Como se criar uma experiência de uso de uma ferramenta na web não devesse passar pelo crivo do personagem principal da história, o usuário. Bobagem!

Ter em mãos resultados que comprovam, ou desaprovam, determinados caminhos no trabalho online é importantíssimo. Nos faz aprender mais sobre nosso público e sobre noss papel dentro deste universo.

O vídeo abaixo é antigo, uma raridade gravada em fita VHS, recentemente “upado” para o Youtube. Se trata de um teste de usabilidade realizado pela Corel (sim, a própria)  afim de testar duas ferramentas de um software destinado a construção de páginas. No teste o objetivo é construir um site com três páginas utilizando o método Wizard (um passo-a-passo) e o método Template.

O áudio é em inglês e não está muito bom, porém no final é possível entender muito bem o objetivo e a importância dos testes de usabilidade. Melhor ainda é perceber o quanto nossas opiniões, como profissionais na área, muitas vezes distorcem a realidade sobre o que é realmente bom para o usuário.

TedxSP. Visualização de Dados, obesidade de informação e questionamentos digitais para 2010

domingo, 3 de janeiro de 2010

Bem bacana essa apresentação de Fernanda Viegas, pesquisadora da IBM, na primeira edição do Ted em território nacional. Apesar do tom jabazeiro da palestra, todo o conteúdo apresentado é bastante interessante e vale a conferida.

TEDxSP 2009 - Fernanda Viegas from TEDxSP on Vimeo.

Ainda não havia explorado o Many Eyes profundamente, e fiquei bastante impressionado. Para quem gosta de justificar ações de Marketing com base em tendências e dados concretos com certeza é uma boa pedida.

Porém, tudo isso faz pensar na quantidade de dados a qual somos expostos todos os dias e, naturalmente, gera alguns questionamentos: Toda essa informação é realmente necessária? Como é citado na propria fonte de onde tirei esse video, o site da colmeia,  vivemos uma sociedade onde todos nós sofremos uma boa parte sofre de “obesidade de informação”?

Um outro tipo de questionamento (acredito que mais antropológico, porém causado pelo excesso de informação e a mediação das novas midias e tecnologias) diz respeito a privacidade. A quantidade de dados e informações que enviamos todos os dias pela internet sobre nossos hábitos de consumo, amizades, costumes e pensamentos deixa sistemas como o Many Eyes (sem citar o pai de todas as “maquinas malignas”, o Google) cada vez mais inteligentes.

Quem utiliza ou utilizará essas informações? A quem interessa saber se eu gosto mais de camping ou praia, de cultura japonesa ou nórdica além de mim e meus amigos? A resposta é simples, corporações.

Abrir mão de nossa privacidade ao compartilhar determinados tipos de dados, em troca de “presentinhos” nem de longe parece um bom negócio, no entanto eu pratico, você pratica e todos os usuários de internet e sistemas inteligentes do mundo praticam. Este blog, o Mormasso, oferece publicidade de produtos e serviços relacionados com o conteúdo do post, que de alguma forma pode ter relação com o público que o visita. Publicidade direcionada ou invasão de privacidade?

EU mesmo questiono O MEU SISTEMA e acredito que você também deve fazê-lo. Não é porque vivemos a internet e suas maravilhas que devemos acatá-la cegamente não é?

Pelo visto iniciei 2010 muito mais ser humano que o normal. Deve ser a idade chegando…

Projeções interativas e integração com midias sociais

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Faz um bom tempo que não posto nada relacionado à estratégias publicitárias e coisas do tipo, álias o blog mudou o foco há um bom tempo. Porém sempre quando vejo alguma idéia legal e bem executada ainda pinta aquele velho sentimento de “putz! como é que eu não pensei nisso antes”. E esse foi um dos pensamentos que passaram pela minha cabeça quando vi essa ação da Bossa Nova Filmes.

No site bossa.in/love você pode enviar sua mensagem de amor natalino para o mundo. Através de um integração basica com o Facebook, em tempo real, sua mensagem com a indentificação de seu perfil é exibida em um painel eletrônico montado em frente à sede da produtora em SP. Simples, bonito e funcional.

send_your_love

Normalmente tenho um pouco de preguiça dessas games integrados com twitter ou facebook. São bacanas, bem produzidos, mas em geral são demorados e complexos. Na minha humilde opinião, quando se fala em projetos interativos digitais, a simplicidade deve ser o item número 1 no check list.

O encontro de dois (ou vários) mundos

domingo, 15 de novembro de 2009

O título deste post pode parecer extremamente prepotente (e talvez até exagerado, dependendo do ponto de vista) quando falamos de pessoas e não de instituições ou marcas. Porém a sensação foi essa durante o último sábado em Curitiba durante minhas aulas do curso de pós graduação. Afinal não é sempre que se junta em uma mesma mesa Microsoft, Midia Web (agência digital), Localweb e o Instituto Faber Ludens.

No sábado, uma mesa redonda entre Rene de Paula (Microsoft), Sergio Coelho (Midia Web), Fábio Akita (Localweb) e Fred Van Amstel (Faber Ludens) proporcionou um momento VIP para a galera do curso de pós graduação em Design de Interação do instituto. Discussões sobre os novos caminhos da comunicação, debates sobre as carreiras digitais e o papel do Designer de Interação no meio disso tudo, foram alguns dos assuntos abordados por esse time de peso. A galera fez a sua parte e (naturalmente) escutou muito mais do que palpitou. Com certeza ver diferentes percepções sobre o mercado digital vindas de diferentes profissionais em diferentes partes do processo é um privilégio.

Um momento curioso foi observar Rene de Paula (evangelista da Microsoft) absolutamente maravilhado com o trabalho desenvolvido pelo instituto e seus alunos. Abaixo vai um pequeno vídeo, gravado pelo mesmo, em que ele dá uma passeada pela Fisam (Faculdades Internacionais San Martin, onde o curso é ministrado) mostrando parte da loucura trabalho desenvolvido por nós.

No dia em questão, logo após a gravação deste vídeo, começamos a nos “bater” para tentar montar o tal Tribot menscionado pelo Fred utilizando a plataforma Lego Mindstorm. Experiência cansativa (devido ao incrível número de peças e ao calor infernal de Curitiba) mas muito compensadora.

PS.: Para quem  não me conhece, eu sou o figura sentado na mesa de boné e camiseta azul :)

Sobre carreiras digitais, Arquitetura de Informação e filosofia de boteco.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Debatendo hoje com meu amigo @BrennerC no msn, acabei colocando minha mente em cheque quanto ao caminho que nossas carreiras tomam quando estamos imersos dentro do mundo digital e o futuro das mesmas.

Em determinado momento da prosa mandei um pensamento filosófico de buteco mais ou menos assim, “Devagarinho nós vamos chegando lá, seja lá onde esse “lá” for”. Colocando a frase em um contexto mais profundo, percebe-se que isso vai muito além de nossas ambições para a carreira. Essa fase trata de um questionamento sobre qual será a próxima “grande onda”, se vamos pegá-la (ou não) e onde essa onda vai quebrar.

Em se tratando de carreiras digitais, uma que está (com o perdão do trocadilho infame) na “crista da onda” é a profissão de Arquiteto de Informação. Profissão essa que foi apresentada de forma um quanto rasa no vídeo abaixo exibido no programa Olhar Digital do Uol e que reproduzo abaixo.

No vídeo não é possível ter uma verdadeira noção do quão abrangente é o mercado profissional de AI. Muito menos do quanto suas ramificações podem ser interessantes. Um assunto que trato com recorrência aqui no blog é o Design de Interação, que surgiu a partir de visões filosóficas e antropológicas da Arquitetura de informação.

Outra vertente que surgiu a partir de uma visão mais crítica e profissional do trabalho de Arquitetura de Informação e Ergonomia foi a de User Experience Designer, profissional cuja especialização é tornar uma experiência de navegação prazerosa, ou o “mínimo dolorosa” possível.

O assunto vai longe e como não é minha especialidade deixo nos links abaixo links úteis em sites e portfólios de profissionais do ramo que admiro. Comece por aí se você quer surfar essa onda.

Arquitetura de Informação

Blog e portfolio de Eduardo Loureiro

Portfolio de Carla Martins

Portfolio de Rogério Pereira

Site de Guilhermo

Break Up or not? Far Far para Bjorn Borg

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Havia um bom tempo que eu não postava alguma ação realmente interessante que envolvesse mobile marketing, videos interativos, internet e bla bla. Toma aí! Mais um belo trabalho da agência sueca Far Far para a grife de roupas íntimas Bjorn Borg.

bjornborg_farfar

O site propõe um teste interativo com perguntas bem simples para determinar se você deve continuar firme na relação ou terminar de vez. Ao final do processo, caso a solução para você seja o término da relação, o site oferece um serviço para envio de SMS com mensagens em diferentes “tons” para pessoa com quem você deseja terminar.

Abaixo o vídeo teste. É meio pesadinho, mas vale a pena.

Minimizando complexidade em Interfaces para o usuário

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Não, este não é um blog morto. Peço desculpas ao pessoal que acessa o Mormasso Blog com alguma frequência, mas é que o mundo da voltas que as vezes nos jogam um pouco para fora dos trilhos.
Estou atualizando o blog na medida do possível, mas encontrei no Twitter uma ferramenta mais dinâmica para compartilhar minhas idéias. Portanto se você possui uma conta no site de microblogging, siga-me. Se você for uma pessoa com updates interessantes, eu te sigo :P

Mas entrando direto no assunto, achei esse artigo super bacana no site da Smashing Magazine. O artigo chamado Minimizing Complexity in User Interfaces (Minimizando complexidade em interfaces de usuário) traz algumas boas dicas para programação visual de sistemas.

Uma trecho logo no início do artigo faz pensar bastante. Traduzida do inglês para meu português de fundo de quintal é algo do tipo:

“Clean. Fácil de Usar. User-friendly. Intuitivo. Este é o mantra proclamado por muitos, porém frequentemente não é cumprido. O problema: Complexidade. Como a forma de se lidar com a complexidade ajudar ou destruir uma aplicação. Um interface complexa pode desorientar o usuario em um caso leve e até alienar completamente em casos extremos.”

O texto segue com algumas dicas bem interessantes e praticas como, manter espaços em brancos, cortar aplicações desnecessárias entre vários outros. Vale uma boa passa de olhos.