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Ok Go | This Too Shall Pass

terça-feira, 2 de março de 2010

Eu diminui bastante a quantidade de posts relacionados a publicidade e mídias sociais. Na verdade diminui a quantidade de posts. Ponto! Mas esse aqui não resisti.

Lembram-se do Ok Go! Aquela banda do clip “Here it goes again” em que os caras fazem uma coriografia em cima de esteiras. Pois é, os caras resolveram apostar novamente na viralização de seus clips no YouTube e em apenas 1 dia, já conseguiram mais de 100 mil views em seu novo clip “This Too Shall Pass“.

Baseado no mecanismos de Rube Goldberg a banda criou um clipe super interessante que você assiste abaixo.

Não sei se fará tanto sucesso quanto seu clip anterior, porém prova que mais do que nunca os artistas estão buscando novas formas de chamar a atenção do público para seu som.

Já fiz alguns posts aqui no Mormasso relacionado com novos modelos de negócio na indústria musical e alternativas interessantes de trazer o público para perto de si. Porém nada substitui a velha plástica e o encatamento visual. Pelo menos quando a assunto é videoclips.

E por falar em novos modelos de negócio musicais…

domingo, 27 de setembro de 2009

Essa me pegou com as calças na mão. Depois do ultimo post falando sobre novos modelos de negócio para as grandes gravadoras. Vejá só essa.

O Jumbo Elektro, banda de eletro pop paulistana, acaba de lançar uma plataforma super interessante de divulgação de seu novo trabalho Terrorist junto ao site Phonobase.

A idéia é bem simples, acessando este link o fã da banda pode criar sua própria loja virtual onde ajuda a vender o material da banda. Com comissões que variam de 5 a 20% depositados diretamente em conta assim que o mesmo acumula um valor mínimo de R$10.

jumbo_elektro_phonobase

Segundo Tatá Aeroplano, vocalista da banda, “Cada artista agora precisa achar o seu (modelo de negócios), não adianta acreditar em soluções prontas e gerais. Simplesmente não dá mais certo.”

Boto fé!

Clique e leia a matéria completa no Link do Estadão.

Via

Vevo. O novo já nasce velho… e fail!

domingo, 27 de setembro de 2009

Li na AdAge este artigo que fala sobre a última e derradeira tentativa das grandes majors em conseguir criar um modelo próprio de negócios para a música no mundo digital. Se trata do Vevo, uma plataforma que trabalhará juntamente ao Youtube para a centralização de vídeos de artistas de grandes gravadoras em um único espaço.

A iniciativa é da Universal Music em conjunto com a Sony Music. Juntos, os artistas e bandas dos dois grandes players acumulam incríveis 37 milhões de views (24 milhões da Universal e 13 milhões da Sony) entre video clipes e conteúdo relacionado somente no Youtube. Cerca de 3% de todo o conteúdo visto diariamente no site.

vevo

O Vevo será um agregador de conteúdo. Aparentemente todo o conteúdo em vídeo disponibilizado no Youtube que possui direitos das duas grandes gravadoras será redirecionado para a plataforma Vevo. A proposta é que o Vevo funcione multiplaforma, diferente do Hulu que é baseado na web, dando mais liberdade para o usuário acompanhar o conteúdo onde ele estiver.

Nas palavras de Rio Caraeff, former digital chief of UMG e nomeado CEO da Vevo em maio, “We don’t want to change people’s behavior,” “It’s not about what’s best for the record company and maintaining an old business model; it’s about how do you create a model that flows with the physics of the web?”

Outro grande player que está conversando para entrar na jogado é a Warner Music, terceira maior gravadora dos Estados Unidos.

Na prática isto significa uma coisa. Quando você for ao YT assistir ao último clipe de REM ou do Green Day, será interrompido por anúncios antes do clipe, durante o clipe e após o clipe. Aparentemente, esta vem sendo a estratégia adotada por sites de conteúdo como a ESPN, Globo.com e diversos outros.

Apesar de ser publicitário e viver disso, eu particularmente odeio ter que esperar por uma propaganda na hora de assistir algum conteúdo na web. Especialmente quando se trata de um material não adaptado para o meio. Um vt de 30 segundos convertido de AVI para FLV e jogado na internet, sem qualquer relação com o conteúdo que está sendo mostrado ou interação com o usuário.

Sei não, mas isso para mim já tem cara de #fail antes mesmo do lançamento.

Sobre o Mormasso Sound

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Ola amigos, visitantes do blog. Ultimamente tem acontecido uma serie de mudanças na vida deste que vos escreve e justamente por isso não tenho atualizado o site com tanta frequência. Desta forma algumas mudanças estão por vir e uma delas é o Mormasso Sound.

Tenho recebido algumas boas sugestões de posts de amigos, outros blogueiros, visitantes do site que veem aqui uma boa oportunidade de divulgar seu trabalho e com certeza todas elas estão sendo anotadas e serão analisadas. Porém a forma como isso tudo será postado aqui mudará um pouco. O formato de videos do Youtube, Vimeo, entre outros, está pesando bastante o site. A propria forma como este conteudo aparece atualmente não está legal. Afinal posts sobre tecnologia, publicidade e midias sociais seguidos de uma série de clipes do Michal Jackson não parece muito coerente não é?

Vou continuar com a coluna, adoro musica e gosto de fazer esta sessão do site, porém é preciso mudar.
Aguardem que vem coisa boa por aí.

Neurosonics Audiomedical e The Mill

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Para divulgar o trabalho do estudio de Audio Design Neurosonics Audiomedical a The Mill de Londres fez um trabalho espetacular com a participação do coletivo de DJs Scratch Perverts. Clique na imagem e veja no site dos caras.

neurosonics_audiomedical

Mormasso Sound nº17 | Swing Pop Headbanger

sábado, 1 de agosto de 2009

Muito swing e balanço nessa edição do Mormasso Sound. Mas não se preocupem que, ao contrário da última edição, o rock n roll é quem faz um par perfeito com as batidas swingadas hoje.

Pra começar com a dica por email (salve Glauco!) que estimulou esse novo post, de Sampa vem o MHPO ou Maravilhosos Homens do Planeta Orion (Por favor vocês precisam trocar esse nome, e rápido!). Ao contrário do péssimo nome, a banda faz um som muito bom que mistura bastante groove, funk e pop com uma pegada bem brasileira. Ouça abaixo Dá Não Dá.

The Juiz de Fora saiu a Fungos Funk, essa banda formada por 5 caras que se conheceram na adolescência. Independente, eles fazem um Funk-Core com uma pegada meio Rap que em alguns momentos lembra os tempos áureos do Planet Hemp. Vale ouvir Zica, logo abaixo.

E por falar em Fungos Funk, a banda mineira é uma das componentes do coletivo Groove Family, fazendo parceria com outras duas bandas (paulistanas?) La Raza e Mó h. Eles misturam, rap com funk, skate rock e metal, porém não consegui muitas informações sobre eles e nem sei se continuam na ativa. Abaixo vai o primeiro clipe (caseiro, mais legal) do coletivo.

E pra fechar com chave de ouro e pegando carona nesse papo de coletivos, o Instituto é um coletivo de musicos/selo/nucleo criativo criado por Daniel Ganjaman, Tejo Damasceno, Rica Amabis e Rodrigo Silvera que hoje me dia acredito que melhor representa a cultura de rua das grandes metropoles brasileiras. O selo já produziu músicos do naipe de Catatau e o Cidadão Instigado, rappers como o saudoso Sabotage entre vários outros músicos enquanto a banda, sempre em mutação,  se apresenta em jams com outros músicos nos palcos mais cults sempre de forma brilhante. Abaixo uma antiga, mas muito boa, música em parceria com o Rapper Kamau. Poesia de Concreto.

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Quer ouvir mais. Acesse abaixo as outras edições do Mormasso Sound.

Mormasso Sound nº16 | “Se a baranga me dé mole eu pego mermo!”

Mormasso Sound nº15 | Rock me baby!

Mormasso Sound nº14 | Mama Africa…

Mormasso Sound nº13 | Pop is Dead!

Mormasso Sound nº12 | As baladas do Maior de todos os Nadas

Edições mais antigas? Por aqui!

Coletivo Shynola

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Aproveitando que semana passada falei aqui no Mormasso sobre o trabalho dos produtores e diretores do Mixtape Club, falo agora de mais um coletivo que me impressionou bastante. O Shynola.

Shynola é um grupo de diretores baseados em Londres que provalmente você nunca ouviu falar, mas se gosta de boa música e pisa sobre a Terra provalmente já viu o trabalho deles alguma vez.  O grupo formado por quatro estudantes do Kent Institute of Art and Design se uniu em 1994 e de lá pra cá tem dirigido clipes musicais, comerciais e pequenos trabalhos para TV de forma brilhante e com muito estilo.

shynola

No portfolio dos caras estão criações para artistas do nível de Radiohead, Beck, Queens of Stone Age, Morcheeba e Blur e marcas como Honda, Nortec, Nike e Playstation.

Confira melhor o trabalhos dos caras aqui. E veja abaixo seu novo trabalho. O clipe de Straberry Swing, single presente no novo album do Coldplay que será lançado no próximo mês. Dica do @BrennerC

StrawberrySwing from Scuba Steve on Vimeo.

Mormasso Sound nº16 | “Se a baranga me dé mole eu pego mermo!”

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Mito, gênio incompreendido, hit-maker underground ou apenas mais um idiota fazendo musicas engraçadinhas? Eu não sei, mas o que interessa é que o som de João Brasil é uma coisa única. Não é qualquer um que consegue pegar hits consagrados da pop music internacional, colar umas batidas de funk ou calypso e fazer tudo isso soar como se uma coisa nascesse para outra.
Com certeza já deu para perceber que o som que tocou nos meus headphones essa semana foi o bem-humorado e sarcástico som de João Brasil. Já vou avisando que esse Mormasso Sound nº16 vai ser podreira, então se não estiver afim de dar umas boas risadas, dirija-se ao próximo post :P

A primeira vez que escutei alguma coisa desse figurassa foi ha mais ou menos uns dois anos atrás em um podcast da Trama. O nome do petardo, Baranga. Os títulos das músicas de João Brasil são uma experiência a parte e com certeza um dos motivos que me fizeram correr para a página do cara e ouvir o restante das músicas. Abaixo você escuta a música de onde tirei o título desta edição.

Outra grande característica de João Brasil são seus mashups. Juntar de tudo um pouco, de Caetano Veloso a Ratos de Porão, em uma mesma música pode parecer improvável e soar de mal gosto, mas experimente ouvir Baile Parangolé.

Toda essa excentrissidade e brasilidade acabou chamando a atenção de artistas e produtores internacionais e foi em uma dessas oportunidades que João Brasil foi convidado a criar uma versão remixada da música Left Behind da banda paulistana radicada em Londres, CSS . O resultado foi o Left Behind João Brasil Tropical Mix que mescla as letras da banda brasileira com um petardo da lambada (a dança proibida) Chorando se foi! Sensacional.

Para fechar com chave de ouro, o último lançamento do figura. Hey Ho Let’s Go Bahia mistura Ramones com Axé com um leve toque de Coração Melão (Hermes e Renato). Nas palavras do cara “Isso é puro Axé Tech!”

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Quer ouvir mais. Acesse abaixo as outras edições do Mormasso Sound.

Mormasso Sound nº15 | Rock me baby!

Mormasso Sound nº14 | Mama Africa…

Mormasso Sound nº13 | Pop is Dead!

Mormasso Sound nº12 | As baladas do Maior de todos os Nadas

Mormasso Sound nº11 | Saída à Francesa

Mormasso Sound nº10 | Everybody most get stoned

Edições mais antigas? Por aqui!

Mormasso Sound nº15 | Rock me baby!

sexta-feira, 17 de julho de 2009

A semana ta corridaça e últimamente não tenho dado a atenção devida ao Mormasso, porém depois da falha cometida no último fim de semana coloco no ar mais um Mormasso Sound.
O planejado era fazer com que essa edição fosse ao ar semana passada, mas como dizem, antes tarde do que nunca. Vejam e ouçam abaixo a edição número 15 especial Dia Mundial do Rock.
Pensei em inúmeras formas de como esse post poderia ir ao ar. Homenageando bandas classicas, talvez uma linha do tempo com os melhores solos do rock, bandas que cantam o estilo de vida “rock n roll” em suas letras, mas resolvi mais uma vez deixar o meu gosto (:D) falar mais alto.
Nesta edição mostro algumas bandas que formaram meu gosto pessoal, bandas que me introduziram ao mundo do rock ainda na adolescência e que me inspiraram a sonhar com uma carreira de músico de sucesso (sonhar não custa nada!).
Eu sempre fui um cara que escutava de tudo um pouco, porém antes dos 14 anos eu era mais um na corrida dos ratos que se submetia aos “sucessos” que “o povo” queria que tocasse nas radios, até que em uma tarde de sabado meu velho amigo Rodrigo me apresentou a uma banda de Seatle com um cd azulado com a foto de uma criança nadando pelada. Pescou? Claro que são os caras do Nirvana e a música que me fez pirar o cabeção, deixar o cabelo crescer, rasgar as calças e andar com camisetas pretas com uma blusa xadrez de flanela no sol de 40º do verão mineiro foi a clássica Smells Like Teen Spirit ao vivo no Hollywood Rock de 1993 com Flea do Red Hot Chilli Peppers tocando trumpete (?!?).

O Nirvana me deu a coragem que faltava para me libertar das amarras do sistema e como todo bom nerd que gosta de se aprofundar em determinados assuntos, comecei a pesquisar o que havia por de trás de bandas grunge como Nirvana, Pearl Jam, Soundgardem e outras e o que eu encontrei foram os quatro caras de Nova York que mudaram o mundo com três acordes.
Abaixo você ve mas NÃO OUVE Judy is a Punk dos Ramones em uma gravação raríssima feita no CBGB’s em 1974.

Essa volta ao passado me fez conhecer quase tudo o que era possível ouvir dentro do rock clássico. De bandas punk como Ramones, Sex Pistols, Clash até os clássicos de Led Zeppelin, Kiss, Doors e o maior de todos os mestres, mister Jimi Hendrix.
Eu particularmente gosto mais da fase bluesera e soul do mestre mas não da pra ignorar perolas como Voodoo Child que você assiste abaixo.

Mais ou menos nessa época eu conheci um velho e cansado rock n roll brasileiro. Cansado de tanto lutar pelo seu espaço e velho por sempre apostar em formulas antigas que funcionavam na gringa, mas que no Brasil dificilmente pegavam. Talvez tenha sido esse o maior motivo de bandas como Mutantes fazerem sucesso la fora, mas em seu proprio país ficarem restritas a nichos de pseudo intelectuais, bixos grilos de faculdades federais e a galera que realmente curtia e tinha paciencia de procurar por esse tipo de música.
Abaixo a fodástica Jardim Elétrico do album homônimo de 1971. O curioso é cinco destas músicas deveriam ter sido lançadas no famoso album Tecnicolor gravado na França em 1970 mas lançado só em 2000. Muitos dizem, se tivesse sido lançado na década de 70 como previsto, Tecnicolor elevaria a banda a um status inimaginavel dentro do cenário rock mundial. Nunca saberemos…

Mais ou menos nessa época eu comecei a me interessar pelo reggae, música brasileira em geral, jazz com bate-estacas eletrônicas e por aí vai, mas o rock realmente é o que faz a cabeça balançar e o sangue ferver nas veias. Toda essa conversa me fez querer voltar aos tempos de banda de garagem. Alguém aí precisa de um baixista?

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Veja outras edições do Mormasso Sound clicando nos links abaixo.

Mormasso Sound nº14 | Mama Africa…

Mormasso Sound nº13 | Pop is Dead!

Mormasso Sound nº12 | As baladas do Maior de todos os Nadas

Mormasso Sound nº11 | Saída à Francesa

Mormasso Sound nº10 | Everybody most get stoned

Mormasso Sound nº9 | Bandas de Minas… Gerais.

Veja as edições antigas aqui.

Trent Reznor dá dicas de como ser um artista 2.0

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Apesar de não ter escutado toda a discografia, ter posters, ido a shows, etc. Sou um grande fã do Nine Inch Nails, especialmente do homem por trás de tudo o que envolve a banda (e a marca), seu vocalista Trent Reznor.
Já fiz outros posts aqui, aqui, e aqui no Mormasso ressaltando a atitude de bandas como o NIN que disponibilizam seu material gratuitamente na Internet e indo na linha de um dos últimos posts que falava sobre Cris Anderson e seu novo livro Free, abaixo cito alguns trechos de um post de Trent onde ele mostra caminhos palatáveis para quem realmente quer mostrar seu trabalho artístico musical em tempos de web2.0. Muitos deles provavelmente você já conhece, mas vindo de alguém que realmente fez e faz a coisa acontecer de um jeito rentável é mais empolgante :D

Ao ser questionado no forum da banda sobre como obter reconhecimento quando você é um artista iniciante ou tentando se estabelecer, Trent indica dois caminhos:
If you are an unknown / lesser-known artist trying to get noticed / established:

Se você é desconhecido/pouco conhecido tentando virar noticia ou se estabelecer
* Establish your goals. What are you trying to do / accomplish? If you are looking for mainstream super-success (think Lady GaGa, Coldplay, U2, Justin Timberlake) - your best bet in my opinion is to look at major labels and prepare to share all revenue streams / creative control / music ownership. To reach that kind of critical mass these days your need old-school marketing muscle and that only comes from major labels. Good luck with that one.

Estabeleça suas metas. O que você está tentando obter? Reconhecimento? Se você está procurando o caminhos das grandes gravadoras, do super sucesso (Pensando em artistas como Lady Gaga, Coldplay, U2, Timberlake) a melhor aposta, na minha opinião, é procurar por grandes gravadoras e preparar-se para dividir todos os seus lucros, controle criativo, propriedade musical. Para alcançar esse tipo de massa critica, nos dias atuais você precisara da tática old school de marketing que você só encontra em grandes gravadoras. Boa sorte!

trent_reznor_nin
If you’re forging your own path, read on.
Se quer seguir por seus próprios caminhos, leia abaixo

* Forget thinking you are going to make any real money from record sales. Make your record cheaply (but great) and GIVE IT AWAY. As an artist you want as many people as possible to hear your work. Word of mouth is the only true marketing that matters.
To clarify:
Parter with a TopSpin or similar or build your own website, but what you NEED to do is this - give your music away as high-quality DRM-free MP3s. Collect people’s email info in exchange (which means having the infrastructure to do so) and start building your database of potential customers. Then, offer a variety of premium packages for sale and make them limited editions / scarce goods. Base the price and amount available on what you think you can sell. Make the packages special - make them by hand, sign them, make them unique, make them something YOU would want to have as a fan. Make a premium download available that includes high-resolution versions (for sale at a reasonable price) and include the download as something immediately available with any physical purchase. Sell T-shirts. Sell buttons, posters… whatever.

Esqueça que você obterá lucro real sobre a venda de seus discos. Grave de forma barata (mas excelente) e distribua, talvez até gratuitamente. Como artista você quer que o maximo possível de pessoas ouça seu trabalho. Boca-a-boca ainda é a única estratégia de marketing que interessa realmente.
Deixando mais claro.
Utilize um TopSpin ou produto similiar parar criar seu perfil ou construa um website. Mas o que você PRECISA  fazer é o seguinte: Distribuia sua musica com alta qualidade em arquivos DRM ou mp3 gratuítos. Colete os emails e informações das pessoas como uma espécie de troca por esse material (talvez você precisa de algua infraestrutura parar fazer isso!) e comece a sua database pessoal de consumidores. A partir daí, ofereça uma variedade de pacotes premium a venda em edições limitadas. Estabeleça preços de acordo com a quantidade disponível de itens a venda. Crie pacotes especiais - feitos a mão, assine-os, faça-os únicos, torne-os um item que você gostaria de obter se fosse um fã. Coloque downloads que incluam versões em alta resolução de seu material como um item premium (venda isso a um preço rasoavel). Inclua a esses downloads a venda de alguma coisa imediatamente disponível sem a necessidade de pagamento fisico como camisetas, bottons, posters.. e por aí vai.

Trent dá outras dicas. Se você se interessou e quer continuar lendo, clique aqui e veja mais (em ingles).

Uma boa parte do que Trent mostra nesse texto já vem sendo executado no mercado musical independente brasileiro, e com bastante sucesso. Porém é preciso a profissionalização disso. Vejo que muitos artistas se unem a grupos como a Monstro, Tronco e Espaço Cubo (o que é muito legal) porém quem não se une a grupos como esses acaba sendo renegado ao myspace ou ao “submundo” da Trama Virtual como artistas de segunda classe.
Fico triste por que ouço muita coisa boa vindo desses “submundos” porém tenho a sensação que esse pessoal não se meche muito para que as coisas aconteçam. Espero que isso possa servir como uma boa dica nesse dia mundial do rock.