Aí pessoal, essa é uma dica quente para quem está por Joinville e quer se aprimorar ainda mais nos conceitos de Usabilidade, Ergonomia, Design Centrado no Usuário e Design de Interação.
Há alguns meses venho batendo na tecla da experiência perfeita, design participativo, usabilidade e tantos outros assuntos que são considerados bem chatos pela maiorias dos diretores de arte e designers web, mas que a cada dia ganha mais terreno no território tempestuoso do mundo digital.
E esta semana fui contatado pelo pessoal da Sustentare Escola de Negócios que traz a cidade Fred Vam Amstel, meu professor na pós graduação em Design de Interação do Instituto Faber Ludens e um dos principais nomes da disciplina no país. Fred presta consultoria para empresas como Magazine Luiza, Tramontina e Volkwagen, então com certeza já da para ter uma ideia de que o cara manda bem.
As aulas iniciam em 21 de maio, às 19h e serão ministradas às sextas e sabados.
Mais informações enviem um email para Sustentare (sustentare@sustentare.net)
O nome do post parece um chamariz para paraquedistas, mas é com certeza bastante útil para quem, assim como eu, tem planos ou já está no caminho de criar o seu próprio serviço web-based.
O vídeo abaixo é de Fred Wilson, diretor de uma das mais importantes empresas de Venture Capital americanas, a Union Square Venture. Ele tem em seu background mais de 15 anos de investidos no negocio de aplicativos web e com certeza tem bastante a acrescentar. O vídeo é em inglês, mas logo abaixo eu faço a transcrição dos pontos mais importantes de cada item.
1. Speed (Velocidade)
Primeiro e talvez mais importante, acredito que velocidade é mais que apenas uma característica, é a mais importante delas.
Se seu aplicativo é lente, as pessoas não o usarão. Quando percebemos alguma empresa de nosso portfolio está ficando lenta, nós também notamos que seu crescimento não é tão rapido quanto deveria. É uma evidência empírica que reforça o fato de que velocidade é realmente a mais importante característica de seu produto.
2. Instant Utility (Utilidade Instantânea)
O serviço deve parecer útil instantaneamente. Se você constroi um serviço e os usuarios perdem uma hora configurando, importando contatos, preenchendo cadastros, eu acredito que as pessoas não o usarão.
3. Software is media (Voice)
Eu tenho uma visão de que softwares são mídia nos dias de hoje. Particularmente o consumidor de softwares se aproximam de seu aplicativo da mesma forma que se aproximam de media (Shows de TV, Jornais, Revistas, etc).
Seu software precisa ter personalidade, as pessoas precisam sentir que estão consumindo midia, quando estão usando seu software. Lembre-se do caso das pessoas que usam camisetas com os dizeres “Fail Wale” sobre as constantes falhas do Twitter.
4. Less is More (Menos é mais)
Menos é mais. Porém a medida que o tempo passa você pode expandir a utilidade de seu serviço. Facebook hoje em dia possui 20 ou 30 diferentes características que são significantes para seu serviço, mas quando começou era realmente bastante simples.
Um dos investimentos favoritos de nossa empresa é no Delicious. A coisa que mais adoro no Delicious é sua simplicidade. Não há muita coisa que se pode fazer, mas o que você consegue fazer é realmente poderoso. Você o utiliza todos os dias e, muitas vezes, 5 ou 10 vezes no dia. Este tipo de serviço em que você faz apenas uma coisa, mas o faz o tempo todo, reforça e passa a ser muito útil.
5. Make it Programmable (Torne isso programável)
É importante tornar sua aplicação programável, tornar possível que outras pessoas possam construir a partir dela, conectar-se com ela e adicionar algum valor a ela. Não são todas as companhias que lançam aplicativos com API livre para ler ou escrever outras APIs, mas estamos constantemente estimulando-as a faze isso.
6. Make it Personal (Torne-a personalizável)
Quanto mais de sua personalidade, de suas informações, de sua energia, o público deposita em sua aplicação, mas esta torna-se pessoal para os mesmos. Eles sentem-se donos e assim tornarão cada dia mais advogados de sua marca.
isto significa personalização de background, adição de avatares, user-generated content, qualquer coisa que faça com a pessoa sinta-se dona desse aplicativo.
Claro que isso pode trazer problemas. Uma mulher empregada do Last.fm disse que os consumidores da Last.fm sentem-se realmente donos da aplicação e toda vez que o time de desenvolvimento faz algum tipo de alteração, eles recebem centenas ou milhares de posts negativos a respeito das mudanças. Isso na verdade é positivo, pois é um sinal de que as pessoas se importam com seu serviço e quanto mais eles se sentirem assim, melhor.
7. RESTful.
[REST é um termo técnico utilizado pela engenharia de software para sistemas distribuidos como a Internet]
[Para tentar esclarecer de forma mais simples, Fred Wilson, focou apenas no findability, ou seja a capacidade das pessoas se encontrarem e se identificarem dentro do sistema.]
Na arquitetura REST os seus recursos possuem uma URL e eles podem ser acionados através desta URL. O que eu quero dizer é que este principio do REST deve ser utilizado em web-apps. TUdo na aplicação deve possuir uma URL limpa e compreensível.
Pense nas listas do Twitter. Algo como “twitter.com/fredwilson/list/software…” A URL é compreensível para qualquer um. Você pode enviá-la por email e qualquer um, inclusive minha mãe, pode entender do que se trata.
8. Discoverability (Fácil de ser descoberto)
É um pouco similar ao slide anterior, mas a partir do instante em que você lança um aplicativo na web é como procurar uma agulha em um palheiro. Existirão centenas, milhares ou milhões de outros serviços concorrendo com o seu e como o usuário encontrará o seu? Em um nível básico, isto significa que você precisará otimizar seu conteúdo (SEO) para que ele possa ser descoberto pelo Google.
Porém isto também significa que seu conteúdo deverá ser otimizado para as mídias sociais. SM é tão importante quanto busca. Porém isso não significa “vamos fazer um viralzinho para a aplicação”. O produto precisa se “vender sozinho” nas buscas e mídias sociais, crescendo aos poucos. Desta forma ele se tornará “descobrível”.
9. Clean (Limpo)
A aplicação não pode ser poluída. Você deve olhar para a página e não se sentir incomodado com um caminhão de coisas. Não importa se a aplicação é clara ou escura, o importante é que exista respiro nas informações. Muito espaço, fontes grandes, sem muitas funcionalidades apresentadas em um só página.
Torne a aplicação convidativa, e torne isso fácil de ser identificado pelas pessoas.
10.Playful (Divertido)
A habilidade de tornar sua aplicação divertida é realmente importante. A dinâmica de jogo é o que você deve usar para fazer com que os usuários faça o que você quer que eles façam. Pense nos Vigilantes do Peso. É um jogo, você estabelece metas, analisa seu desempenho perante as metas, você se reporta contras essas metas e ganha recompensas quando alcança as metas.
Se você olhar para web-apps famosas como Linkedin ou Facebook quando lançadas, existiam inumeras pessoas que pareciam maníacas querendo acumular o maior número de amigos possível. Ou o maior número de seguidores no Twitter, existe uma clara dinâmica de jogo nesse comportamento.
Foursquare utiliza uma série de elementos de jogo como status, badges, e coisas parecidas. A aplicação precisa ser divertida de ser usada.
Olá pessoal, volto a postar depois de um bom tempo fora de órbita em função do nascimento da Lunna, minha filhotinha mas agora espero, aos poucos, voltar a velha rotina.
Enquanto não elaboro alguns artigos mais completos, deixo a vocês algumas dicas do que tenho lido ultimamente. Como já disse inúmeras vezes, tenho focado meu trabalho menos na publicidade e criatividade e mais na experiência do usuário. Logicamente sei que um não sobrevive sem o outro, no entando percebo que existe muita força de vontade criativa, mas grandes falhas na execução de projetos web/mobile e interativos em geral.
Então, se você, assim como eu, tem migrado para as áreas de User Experience Design (UX), Arquitetura de Informação (AI), Design de Interação (IxD) ou User Interface (UI), aconselho dar uma boa lida nos artigos, blogs e links a seguir. Detalhe, a maior parte deles são em inglês. Infelizmente bom conteúdo nessas áreas em português ainda é raro.
Interactions Magazine
Site da Revista de mesmo nome publicada mensalmente na gringa. Traz sempre artigos interessantes de profissionais do design e tecnologia como Donald Norman, Dan Saffer entre vários outros. Alguns são bloqueados para assinantes, mas boa parte do conteúdo é livre.
Donald Norman é unanimidade quando se fala em Design Centrado no Usuário. Seus livros The Design of Everyday Things e Emotional Design são referências mundiais na área, porém no site de seu instituto é possível encontrar material interessante para pesquisa como artigos e posts. Vale a pena.
Falando em gente antiga do design, nunca é demais lembrar de Jacob Nielsen. Todo designer com certeza conhece ou já ouviu falar das Heurísticas de Nielsen. Algumas delas soam antigas no novo mundo da web 2.0, porém seus estudos sobre padrões de interação e comportamento do usuário são estremamente relevantes ainda hoje.
Alguns bons artigos que li recentemente em seu site: Scrolling and Attention (um estudo sobre a atenção que o usuário dispõe em conteúdos com rolagem e sem); F-Shaped Pattern For Reading Web Content (post sobre um estudo realizado com mais de 200 usuários detectando padrões de leitura na web)
A list Apart é um site dedicado a profissionais web (designers, front-end designers e desenvolvedores) com interesse nas áreas de User Experience e Usabilidade na web e sistemas. Traz sempre bastante conteúdo interessante, apesar de alguns posts serem um pouco extensos.
Alguns artigos interessantes que li recentemente: Contrast is King (sobre o uso do contraste em aplicações web e sistemas afim de facilitar a leitura para usuários com deficiências visuais como o dautonismo) The Problem with Passwords (artigo tratando sobre novas soluções para campos relacionados com senhas, o novo padrão instituído no IPhone e outros aplicativos móveis)
Touch Usability conheço a pouco tempo, mas é um bom site para interessados em desenvolver aplicativos para interfaces touch.
52 weeks of UX é a iniciativa de dois designers charás, Joshua Porter e Joshua Brewer, que pretendem lançar um post semanal até o fim do ano falando sobre experiência do usuário, usabilidade e afins de uma forma menos técnica, mas nem por isso fútil. Vale a pena.
E por último, mas não menos importante tem o iA, site da Information Architectures, uma empresa Japonesa/Sueca cujo foco de atuação é a criação de experiências de uso interativas através da Arquitetura de Informação e Design de Experiência do usuário.
O último post dos caras Designing for iPad: Reality Check mostra o processo de criação de alguns aplicativos para Ipad que desenvolveram sem realmente ter o produto em mãos. É interessante pois mostra alguns perrengues que passaram com mockups de baixa fidelidade e pressupostos que cairam por terra quando tiveram o produto em mãos.
É isso galera, por enquanto fica a dica desses artigos. Gostaria de ter tempo de escrever sobre cada um deles, pois com certeza vale a pena, mas infelizmente não está rolando. Porém garanto que todos são extremamente úteis se você está começando nessa área, tem curiosidade ou quer realmente criar experiências interativas inovadoras.
Bem bacana essa apresentação de Fernanda Viegas, pesquisadora da IBM, na primeira edição do Ted em território nacional. Apesar do tom jabazeiro da palestra, todo o conteúdo apresentado é bastante interessante e vale a conferida.
Ainda não havia explorado o Many Eyes profundamente, e fiquei bastante impressionado. Para quem gosta de justificar ações de Marketing com base em tendências e dados concretos com certeza é uma boa pedida.
Porém, tudo isso faz pensar na quantidade de dados a qual somos expostos todos os dias e, naturalmente, gera alguns questionamentos: Toda essa informação é realmente necessária? Como é citado na propria fonte de onde tirei esse video, o site da colmeia, vivemos uma sociedade onde todos nós sofremos uma boa parte sofre de “obesidade de informação”?
Um outro tipo de questionamento (acredito que mais antropológico, porém causado pelo excesso de informação e a mediação das novas midias e tecnologias) diz respeito a privacidade. A quantidade de dados e informações que enviamos todos os dias pela internet sobre nossos hábitos de consumo, amizades, costumes e pensamentos deixa sistemas como o Many Eyes (sem citar o pai de todas as “maquinas malignas”, o Google) cada vez mais inteligentes.
Quem utiliza ou utilizará essas informações? A quem interessa saber se eu gosto mais de camping ou praia, de cultura japonesa ou nórdica além de mim e meus amigos? A resposta é simples, corporações.
Abrir mão de nossa privacidade ao compartilhar determinados tipos de dados, em troca de “presentinhos” nem de longe parece um bom negócio, no entanto eu pratico, você pratica e todos os usuários de internet e sistemas inteligentes do mundo praticam. Este blog, o Mormasso, oferece publicidade de produtos e serviços relacionados com o conteúdo do post, que de alguma forma pode ter relação com o público que o visita. Publicidade direcionada ou invasão de privacidade?
EU mesmo questiono O MEU SISTEMA e acredito que você também deve fazê-lo. Não é porque vivemos a internet e suas maravilhas que devemos acatá-la cegamente não é?
Pelo visto iniciei 2010 muito mais ser humano que o normal. Deve ser a idade chegando…
Nos últimos dias recebi dois vídeos interessantíssimos de dois pesquisadores/estudantes de design de interação. Os objetivos de cada um são bem distintos porém um artefato os une, chapéus.
O primeiro vídeo é de Lauren Mccarthy, uma bela formanda em Art, Science and Design pelo MIT, mestranda em Fine Arts pela University of California, Los Angeles que desenvolveu o Happiness Hat. Um dispositivo em formato de chapéu que possui um sensor próximo a bochecha com a função de detectar se a pessoa está sorrindo ou não.
Caso o aparelho detecte que a pessoa não está sorrindo, um outro disposito na parte de tras do chapéu com uma espécie de alfinete é acionado. Este dispositivo “espeta” a nuca da pessoa causando uma sensação desconfortável de dor obrigando-a a sorrir novamente para que o mesmo volte a posição inicial. Veja o vídeo abaixo.
Tão curioso quanto o vídeo é a proposta do trabalho. O texto explicativo no site de Laureen explica:
“Um sorriso é uma ação simples que possui o poder de fazer com que todos ao redor se sintam bem. Apenas usando os musculos da face para sorrir nós podemos fazer qualquer um se sentir melhor.
Ver pessoas sorrindo dispara pequenos mecânismos no nosso cérebro que fazem com que, inconscientemente, sorrimos também. Qual é o potencial de feedback de um mecânismo que melhora a maneira com que agimos e sentimos? Por outro lado quantas vezes nossa aparência não necessariamente representa o que estamos pensando e sentindo? Como conciliar esses paradigmas?”
Outro projeto curioso que também utiliza o artefato chapéu como forma de feedback é o Taikam Hat, projeto desenvolvido pelos alunos Ricardo Nascimentohh, Fabiana Shizue e Fabiana Shizue da universidade Kunstuniversität Linz na Austria.
Taikam Hat é um chapéu cinético que reage de acordo com mundação na radio frequência ao seu redor. A intenção com este projeto é materializar o invisível e alertar sobre o aumento da radiação eletromagnética.
A co-existência de todas as ondas eletromagnéticas radiadas por diversos aparelhos cria uma paisagem invisível que interage com o espaço e seus habitantes. Esta paisagem se transformou em uma nova forma de poluição, a electrosmog, que causa efeitos biológicos em humanos e animais.
O curioso é que os objetivos dos dois projetos são apoiados em neuroses do cotidiano, sejam elas provenientes da nossa vida digital ou não.
Estudar o comportamento neurótico e propor aplicativos e devices para isso, aparentemente, está na moda. Será que a tecnologia nos deixou mais neuróticos, ou essas neuroses vieram à tona com os novos dispositivos tecnológicos?
Vi no blog do Fabio Seixas esse vídeo bem bacana que mostra como o pessoal da Digital Royalty criou uma fórmula para mensurar os impactos das mídias sociais em uma marca ou ação. Logicamente eles não entregam o ouro de forma deliberada, mas serve como um start para quem quer começar a entender como mensurar campanhas em midias sociais.
Update: Fui atrás de informações sobre o programa que Amy disse no vídeo para monitoramento de Sentimento e Ecossistema da marca em mídias sociais. O programa citado por ela é o Spark da empresa americana Spiral16. Entrei em contato com a empresa e infelizmente não oferecem uma versão trial, porém oferecem o teste de um mês pela bagatela de U$500. Um belo investimento não?
Gostei muito desta versão atualizada do presentation de Marta Kagan da Brading Infiltration. Traz uma coletânea de uma série de dados relacionados a social media apresentados por institutos de pesquisa de todo o mundo. Uma boa parte deles, já havia comentado aqui desde o inicio do ano até agora, mas se você não teve paciencia de ler, o ppt abaixo pode ser uma boa alternativa.
Lendo o título do post parece um grupo de ajuda na linha de Alcoolicos Anônimos não é? E é exatamente isso que se trata o vídeo abaixo, porém ele guarda algumas surpresas. Assita até o final.
Acho que mesmo que você não entenda bem o inglês deve ter percebido que o vídeo é um viral para a Serie W do Sony Vaio. Confesso que quando acabei de ver o vídeo bateu aquele sentimento “p*%$ que ducar$%# isso aqui”. Em determinado momento do vídeo, o monitor da reunião, Jerry, pede para um dos presentes parar de escrever na parede. A frase que Jerry diz “Stop writting on my wall” leva ao dominio www.StopWrittingonmyWall.com que é justamente o site da SMAA.
Dentro do site você pode encontrar os cinco passos para deixar o vicio além de vídeos que mostram confissões de alguns dos participantes do grupo. O interessante é que a única referência ao modelo de notebook da Sony é um banner do lado direito em todas as páginas.
Por enquanto não sei se isso vai se desenrolar ainda mais e apesar das buscas no São Google, não consegui encontrar a agência que criou. Alguém por aí ja sabe? Reponda nos comentarios
Achei interessantíssimo esse projeto Murmur do cientista que agora se envereda pelos caminhos das artes analíticas, Christopher Baker.
Murmur consiste basicamente de 30 impressoras termais que imprimem em papéis uma série de atualizações de mensagens em sites de microbloging como o Twitter e atualizações do perfil no Facebook. As impressoras são controladas por placas Arduino que recebem informações do software Processing.
A origem do nome Murmur (murmuro) se deve ao fato de que as impressões são relacionadas sempre a expressões onomatopéicas como argh, meh, grrrr, oooo, ewww e hmph normalmente relacionadas a sensações de medo, nojo, admiração, etc.
Saramago um vez disse “De degrau em degrau vamos em direção ao grunhido” ao citar os constantes modificações e simplicações que sofre nossa língua. Aparentemente o projeto de Christopher Baker faz a sua parte deixando impresso parte desse registro.