Aproveitando que já fiz jabá do meu twitter no post anterior, resolvi fazer jabá de mais uma iniciativa digital deste que vos escreve.
O projeto #musicmonday foi idealizado pelo meu brother e parceiro no Frankenstoria (Douglas Miguel) com o objetivo de difundir a boa musica na blogosfera e twittosfera brasileira. A integração com o Twitter basicamente se encerra na hashtag que dá nome ao projeto, porém novidades estão a caminho.
A convite de Douglas, levei o Mormasso Sound (espaço destinado à música aqui no Mormasso Blog) pra lá. Mais abrangente e coerente com o conteúdo divulgado. Na verdade mudei de casa e de formato. O que aqui era postado como texto e links do youtube, lá está em formato de podcast. Quer dizer, além de conhecer meus gostos musicais e bandas que estou ouvindo no momento, você terá como um plus, minha voz como companhia bem próxima. Fungando no seu ouvido!!
Piadinhas à parte, as postagens estão bem legais e focadas somente em bandas independentes brasileiras. Já foram ao ar os três primeiros programas. Abaixo você ouve o último deles com o link para os dois anteriores.
PS.: Não se assuste com minha gripe, nesse dia foi f#$*da!
A semana ta corridaça e últimamente não tenho dado a atenção devida ao Mormasso, porém depois da falha cometida no último fim de semana coloco no ar mais um Mormasso Sound.
O planejado era fazer com que essa edição fosse ao ar semana passada, mas como dizem, antes tarde do que nunca. Vejam e ouçam abaixo a edição número 15 especial Dia Mundial do Rock.
Pensei em inúmeras formas de como esse post poderia ir ao ar. Homenageando bandas classicas, talvez uma linha do tempo com os melhores solos do rock, bandas que cantam o estilo de vida “rock n roll” em suas letras, mas resolvi mais uma vez deixar o meu gosto (:D) falar mais alto.
Nesta edição mostro algumas bandas que formaram meu gosto pessoal, bandas que me introduziram ao mundo do rock ainda na adolescência e que me inspiraram a sonhar com uma carreira de músico de sucesso (sonhar não custa nada!).
Eu sempre fui um cara que escutava de tudo um pouco, porém antes dos 14 anos eu era mais um na corrida dos ratos que se submetia aos “sucessos” que “o povo” queria que tocasse nas radios, até que em uma tarde de sabado meu velho amigo Rodrigo me apresentou a uma banda de Seatle com um cd azulado com a foto de uma criança nadando pelada. Pescou? Claro que são os caras do Nirvana e a música que me fez pirar o cabeção, deixar o cabelo crescer, rasgar as calças e andar com camisetas pretas com uma blusa xadrez de flanela no sol de 40º do verão mineiro foi a clássica Smells Like Teen Spirit ao vivo no Hollywood Rock de 1993 com Flea do Red Hot Chilli Peppers tocando trumpete (?!?).
O Nirvana me deu a coragem que faltava para me libertar das amarras do sistema e como todo bom nerd que gosta de se aprofundar em determinados assuntos, comecei a pesquisar o que havia por de trás de bandas grunge como Nirvana, Pearl Jam, Soundgardem e outras e o que eu encontrei foram os quatro caras de Nova York que mudaram o mundo com três acordes.
Abaixo você ve mas NÃO OUVE Judy is a Punk dos Ramones em uma gravação raríssima feita no CBGB’s em 1974.
Essa volta ao passado me fez conhecer quase tudo o que era possível ouvir dentro do rock clássico. De bandas punk como Ramones, Sex Pistols, Clash até os clássicos de Led Zeppelin, Kiss, Doors e o maior de todos os mestres, mister Jimi Hendrix.
Eu particularmente gosto mais da fase bluesera e soul do mestre mas não da pra ignorar perolas como Voodoo Child que você assiste abaixo.
Mais ou menos nessa época eu conheci um velho e cansado rock n roll brasileiro. Cansado de tanto lutar pelo seu espaço e velho por sempre apostar em formulas antigas que funcionavam na gringa, mas que no Brasil dificilmente pegavam. Talvez tenha sido esse o maior motivo de bandas como Mutantes fazerem sucesso la fora, mas em seu proprio país ficarem restritas a nichos de pseudo intelectuais, bixos grilos de faculdades federais e a galera que realmente curtia e tinha paciencia de procurar por esse tipo de música.
Abaixo a fodástica Jardim Elétrico do album homônimo de 1971. O curioso é cinco destas músicas deveriam ter sido lançadas no famoso album Tecnicolor gravado na França em 1970 mas lançado só em 2000. Muitos dizem, se tivesse sido lançado na década de 70 como previsto, Tecnicolor elevaria a banda a um status inimaginavel dentro do cenário rock mundial. Nunca saberemos…
Mais ou menos nessa época eu comecei a me interessar pelo reggae, música brasileira em geral, jazz com bate-estacas eletrônicas e por aí vai, mas o rock realmente é o que faz a cabeça balançar e o sangue ferver nas veias. Toda essa conversa me fez querer voltar aos tempos de banda de garagem. Alguém aí precisa de um baixista?
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Veja outras edições do Mormasso Sound clicando nos links abaixo.
Fala galera, tudo na paz? Espero que sim. Após uma semana inteira de reboliços com a morte do Michael Jackson, fora Sarney e tantos outros assuntos que bombaram nos blogs e trend topics do Twitter resolvi mudar o clima da semana para um lance mais afrobeat.
O Brasil ganhou a Copa das Confederações de virada em cima dos americanos na Africa do Sul e para comemorar trouxe para vocês algumas bandas do país mais desenvolvido da Africa. Vamos dar um pouco mais de swingue e malemolência depois de duas edições funebres do Mormassos Sound. Sente só!
O Freshlyground reflete perfeitamente o atual estado de espírito sulafricano. Com melodias que fazem um mescla perfeita de pop, jazz, musica clássica e ritmos dançantes, a banda que despontou em 2002 para o mundo foge de esteriótipos e mostra um som bem arranjado, universal e comercial o suficiente para ser bom sem parecer chato ou pedante.
Abaixo você vê e ouve a Doo Be Doo de seu album mais conhecido Nomvula.
Como nem tudo na Africa são flores, alias quase nada é, sempre bom ouvir um som que fala de esperança sem esquecer o passado sombrio de apertheit, desigualdade racial e problemas sociais que viveu esse país. Um dos maiores expoentes dessa epoca foi Lucky Dube, que cantava os problemas de seu país na batida do African Reggae. Infelizmente Lucky passou dessa para uma melhor, mas seu legado vive nos guetos do país.
Abaixo Prisoner de seu album homônimo de 1990.
Guy Buttery é um daqueles músicos natos, que desde criança se interessam pela atividade e se tornam artistas fenomenais. Guy desenvolveu uma técnica propria de tocar que muitas vezes dá a imprensão de que se ouve dois ou três instrumentos diferentes em seu violão. Uma mistura de elementos do jazz africano e folk que lhe renderam em 2002, com apenas 18 anos, duas nomeações no African Music Awards de Melhor Album Instrumental do Ano e Revelação do Ano.
Abaixo você ouve a espacial December Poems.
Para finalizar, mais um prova irrefutável da diversidade de sons que possui este país. Perez faz um som que junta indie rock, uma pitada de surf music com classic rock e faz isso tudo soar extremamente harmonioso e bom! Uma autêntica banda inglesa vinda de Umhlanga.
Abaixo a ótima Something I could Say.
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Semana que vem tem mais, mas se você quer ver as outras edições, confira nos links abaixo:
Na edição de feriado do Mormasso Sound trago 3 artistas que de em comum mesmo só trazem a base de seu som. O Folk.
Misturado com indie, com musica psicodélica, com rock n roll e tudo quanto há, o folk imortalizado por Neil Young e Bob Dylan acabou tomando os caminhos mais diversos nos últimos anos parando inclusive no palco do Faustão (cof ! cof!) com ( coloque qualquer adjetivo se referindo a seu talento e juventude aqui ) Mallu Magalhães. Mas para o bem geral da nação, essa é a última vez que falo dela nesse post.
Devendra Banhart é texano de Houston, o que já de antemão poderia caracterizá-lo como um “badass motherfocker”, mas sua criação na Venezuela acabou o transportando para um mundo mais naturalesco e pscicodélico. O clipe abaixo é da música Little Yellow Spider que pelo título já mostra que o cara é bem na linha “Sei lá entende, mil coisas”. E aproveitando que este é um blog que (ainda) fala de publicidade, essa música foi trilha sonora de um dos melhores vídeos que já vi para uma operadora de celular.
David Vandervelde é de Nashville, Tennesse a capital mundia da Country Music. Mas antes que você coloque uma calça de couro e uma viola nas costas, saiba que David Vandervelde faz um som que considera uma bela mistura de rock com rock! Uma ova, o som dele é não engana e mostra que o rapaz tem os dois pés na folk music. Abaixo Jacket.
Josh Rouse é um compositor e cantor de músicas folk melódicas. Também se estabeleceu no Tennesse assim como Vandervelde, mas nasceu em Nebrasca e devido à carreira militar do pai cruzou uma boa parte dos EUA e conheceu muita gente e muitas influências, tanto que se tornou a influência de muitas outras pessoas. Alguns o consideram o pai do Indie Folk. Abaixo Directions.
Dando sequência ao projeto de casual friday Mormasso Sound agora trago pra vocês mais 3 sons que fizeram a cabeça desse que vos fala durante a semana. Estou correndo de partida volta a casa da mamãe para uma visita de feriado então vou tentar ser breve.
Copacabana Club é uma banda de Curitiba que começa a ganhar destaque nacional e mundial com esse som que já há algum tempo tem invadido as pistas indies e fazendo a cabeça dos rypes de plantão no mundo. Carregado da estética anos 80 tanto nas cores como no uso de batidas eletrônicas na linha Depeche Mode e New Order para citar só algumas das mais famosas, essa banda merece destaque. Tanto que semana passada foi linkada no blog do Kaney West com o clipe Just do It.
Bebendo no pos-punk oitentista, no inicio do mês a banda francesa Phoenix lançou seu novo cd Wolfgang Amadeus Phoenix. Já havia escutado uma ou outra coisa do Phoenix, mas não havia me soado nada demais. Esse novo cd já tem essa pegada mais indie eletrônico que também faz muita referência a essa nova onda anos 80. Abaixo 1901 live from New York It’s Saturday Night Live!!.
A terceira referência é com certeza a mais jovem de todas. O Mickey Gang é formado por quatro garotos “born in the 90’s” mas que fazem um som bem responsa. O video abaixo não se pode nem chamar de clipe, mas uma pequena demonstração do que esses moleques de Colatina no ES podem fazer. Vai na mesma linha do rypado CSS, mas whatever… é bem bom.
É isso pessoal, semana que vem tem mais. Deixa eu correr senão perco o ônibus. Bom feriado!
Pegando a onda do post passado sobre Mashup, não pude me controlar e resolvi criar uma sessão especial toda sexta-feira com dicas de sons que curti durante a semana. Afinal it’s casual friday! Então vamo la!
A primeira dica é uma visita ao site da Panela Produtora que possui um projeto super interessante chamado Disco em 1 dia. Basicamente a idéia é utilizar as 24 horas do dia para todo o processo de construção de um disco. Da composição à produção final. E, a parte do que parece, o projeto acabou saindo com uma qualidade excepcional, tanto no conceito quanto na produção. Ponto pra Panela. Abaixo você vê e ouve Astral Live Sessions com Max de Castro. Acesse o site e baixe o restante do album que é altamente recomendável. Dica do Maestro Billy.
A segunda dica é o projeto Recess Sessions bancado pela rede de hotéis Morgans Group. Abaixo você confere uma versão bem despretenciosa de Compacto do grande Curumin. A estética do vídeo lembra demais a estética visual do site francês La Blogotheque e não é a toa pois quem está por trás é Vincent Moon, um dos caras do projeto por trás do Blogotheque. Vale também dar uma conferida na entrevista que o brazuca deu aqui. Dica do Trabalho Sujo
A terceira e derradeira dica vai para quem curte a combinação camisa xadrez e bigodinho. O clipe abaixo é da música Keep Coller da banda brasiliense Nancy que vem ganhando bastante destaque na mídia especializada em musica independente, tanto que os caras (e a moça logicamente) foram parar no mega South by Southwest. Show de bola!