Muito bacana essa coletânea de projetos da empresa alemã Metaio. Ao contrário do que muita gente diz, a realidade aumentada tem SIM muitas aplicações comerciais super interessantes. Especialmente no que diz respeito à implemento de vendas, showroom e experiência de uso. Chek it out!
A agência digital japonesa Zugara, acaba de lançar para seu serviço para lojas online com aplicativo de realidade aumentada. O app que eles chamam de Webcam Social Shopper permite que usuários vizualizem a peça de roupa em frente a si proprios virtualmente e em um segundo momento compartilhar o resultado no facebook. Bem bacana!
Vejo muita gente questionando se Realidade Aumentada vai ou não vai pegar. Acredito que esse video assim como outros que já postei aqui respondem esse questionamento. A tecnologia ainda vai sofrer muitas modificações, particularmente acho que esse modelo atual em que a pessoa precisa imprimir um marcador para realizar a experiência será substituído logo logo, mas o que interessa é que ela já pegou faz tempo! E de forma realmente útil!
Já que ultimamente um dos assuntos mais pesquisados no Mormasso é realidade aumentada então nada melhor do que este post para sacramentar essa tecnologia. Disponível somente para a Holanda e inicialmente como aplicativo do Android, o browser de celularLayar aumenta a realidade do que é mostrado no display do aparelho com informações sobre estabelecimentos comerciais nas redondezas, suas distâncias, geolocalização, e muitos outros serviços que realmente impressionam. Veja no vídeo abaixo.
O sistema desenvolvido pela empresa SPRXMobile do Layar tem um sistema de navegabilidade bem próximo ao desenvolvido por um estudante mestrando em Design de Interação da Umea. Infelizmente perdi o link mas também mostra uma nova forma de mostrar sua posição no espaço, através da associação da associação entre a distancia do objeto e a sua posição em um raio de 360º a partir do observador. Diferente da mostrada por mapas tradicionais onde é complicado assimilar Norte | Sul | Leste | Oeste.
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Não é todo dia que escrevo um post no domingo, mas como não estou nem um pouco a fim de ver final de campeonatos estaduais ou assitir domingo legal, é melhor gastar meu tempo com algo mais produtivo.
Lendo esse post no Threeminds vi que existe muita gente que pensa como eu quando o assunto é “o que devemos falar e o que não devemos falar em redes sociais”. Sem censura ou qualquer coisa do tipo, o papo é simplesmente um questionamento: Para onde vão as informações ditas no twitter, orkut, blogs ou em qualquer ferramenta do tipo? O autor do post gringo faz uma brincadeira que eu replico: “A maior parte dessas pessoas deve achar que essas informações vão para algum lugar mágico“, longe dos olhos de qualquer bisbilhoteiro, quando todos sabemos que isso realmente não acontece. Essas informações ficam armazenadas em algum servidor e muitas vezes podem ser rastreadas por qualquer um a qualquer hora.
Então isso significa que devemos ter cuidado com o que falamos nesse tipo de ferramenta? Sim, sem neurose é claro, mas tato, boa educação e canja de galinha não fazem mal a ninguém. Já imaginou se uma declaração infame sua fosse jogada diretamente na sua cara pela vitima da mesma? Ou então algo da qual você não se orgulha exposto na frente de todos os seus amigos? O ponto é que muitas vezes postamos informações pessoais nesse tipo de rede com a sensação de que existe uma barreira entre o real e o virtual e que ninguem no “mundo real” está olhando ou pode ter acesso a esses dados.
Pois é, esse é justamente o assunto da experiência proposta por Eric Gradman. The Cloud Mirror ou O espelho Nuvem, é uma projeção capturada por uma câmera que a partir da leitura do código que vai em uma placa pendurada no pescoço de cada participante projeta num balão de pensamento, em realidade aumentada, informações obtidas através de tags associadas à pessoa no Twitter, Facebook ou enviadas por SMS.
O assunto aqui não é a tecnologia em si, mas o quanto pode ser constrangedor (e ao mesmo tempo mágico!) ver que alguma informação dada pode se voltar contra você, ou pelo menos te causar algum tipo de vergonha.
Tenho alguns amigos que muitas vezes contam informações pessoais no Twitter, ou até mesmo dados profissionais que certamente poderiam causar algum tipo de estrago. Talvez por essa falsa ilusão de que existe uma separação entre real e virtual.
O experimento de Eric Gradman vai muito além de uma simples demonstração do poder da tecnologia, mas nos confronta com o que realmente somos (ou parecemos ser) na vida real sob o disfarce de avatares no mundo virtual.
Lembrou de Matrix? Ou de Simulacros e Simulação? Não é a toa, a realidade em redes e ferramentas sociais na web é a prova cabal de que vivemos uma “realidade aumentada” (com o perdão do trocadilho) onde sua personalidade pode ser determinada por um avatar qualquer ou uma letra de musica no about me. Uma simulação de mundo e realidade que correm paralelos ao dia de 24 horas. Porém, infelizmente, o que se diz e faz no virtual pode afetar bastante o lado de cá da Matrix. Pense nisso!
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Gosta de realidade aumentada? Então conheça outros posts relacionados a essa assunto abaixo:
Realmente impressionante essa tecnologia desenvolvida pela EON Reality Inc baseada em 3D imersivo (faz lembrar aqueles capacetes de realidade virtual que diziam ser o futuro há alguns anos atrás se lembram?).
O ambiente desenvolvido pela empresa, chamado de The Cave, é composto por um cubo com três paredes brancas e um chão onde são projetadas imagens estereoscópicas. Nos óculos 3D, semelhantes aos utilizados no cinema, são acoplados pequenos marcadores de Led InfraRed e mini cameras sensíveis ao IR que são utilizadas para determinar a posição de cada olho na projeção. As posições e as imagens são renderizadas em tempo real produzido um efeito impressionante.
Obviamente só testando para ter a real sensação, foi o que fez essa equipe da IDEO que visitou a EON Reality.
Compensa também dar uma fuçada no site da EON para conhecer algumas das soluções tecologicas para e-learning, marketing e comunicação oferecidas pela empresa.
Já postei alguns experimentos relacionados à realidade aumentada, mas é a primeira vez que vejo algum projeto com fins comerciais mais definidos. Os vídeos abaixo mostram dois bons usos da tecnologia para criar experiências imersivas de entretenimento.
O primeiro é Topps 3D live Baseball Cards. Que é uma versão expandida dos famosos cards colecionáveis de baseball muito famosos nos EUA. Caso você tenha um dos cards aí na sua carteira pode jogar online clicando aqui.
O segundo é o jogo Eye of Judgment que possui como tema uma história fantástica cheia de elfos, magos e duendes. O interessante é que o jogo, desenvolvido para Playstation 3 utiliza uma camera própria do console, a Playstation Eye que traz “vida” aos personagens das cartas. Para que é fã de TCG parece ser uma experiência bem bacana.
Nem só de advertaiment ou advergame vive a indústria dos jogos, com o avanço e popularização de tecnologias como RA, reconhecimento gestual por webcam e superficies touch a experiência só tende a ficar mais prazerosa. Eu nunca fui um grande admirador de games, mas desde o lançamento do Wii essa indústria da sinais de que está mudando o foco de universos gigantescos e cheios de expansões para o coletivismo e a experiência do usuário. Quase como uma retomada aos antigos jogos de tabuleiro onde o que importava realmente era a diversão em conjunto. Não sei se a intensão realmente é essa, mas que funciona nesse sentido, funciona.
Há algum tempo venho postando no blog estratégias publicitárias interessantes que usam a web como uma das bases para a interação com o consumidor. Adoro quando vejo ações pertinentes e bem adequadas ao meio, mas aparentemente tem gente que ainda não entendeu muito bem que o mundo digital não serve simplesmente para uma readaptação de formato do conteúdo gerado no offline.
Acessando o blog da Agency.net li um texto bem bacana que explica porque a teoria das telas ou Screen Theory (baseado no livro de Kevin Roberts prevendo que no futuro a distruição do conteúdo publicitário será baseado em telas e que as principais ferramentas serão sight(visão), sound(som) e motion(movimento) ou sisomo) não funcionará. Simplesmente porque o digital não deve ser encarado como mais uma plataforma de adaptação de conteúdo offline e sim como um canal independente que permite a participação do usuário e toda aquela história que comento não é de hoje.
Bom, dei essa volta toda simplesmente para falar mal de uma dessas incursões no mundo digital que ao invés de gerar participação, admiração, etc, me gerou uma grande frustração.
Tenho pesquisado e admirado alguns trabalhos bem interessantes realizados com a utilização de realidade aumentada e sempre quando vejo iniciativas nacionais na área paro para analisar e testar, infelizmente a experiência que tive com o site Skol Sensation não foi nem de longe a mais interessante.
A festa promovida pela Skol parece ser um belo espetáculo de luz e som, uma verdadeira experiência sensorial. E para dar uma mostra do que seria essa experiência criaram uma área no site que teoricamente mostraria uma parte dessa experiência em realidade aumentada. Fiquei super empolgado, imprimi a folhinha com o QR code para a projeção, liguei a web cam e esperei… e esperei… e esperei.
O que eu vi após mais de 10 minutos aguardando o carregamento do papervision foi um BANNER COMERCIAL, do tipo ADQUIRA JA O SEU INGRESSO!!! Rodeado de uma série de luzes que deixaram tudo tão pesado que somente um intusiasta de novas tecnologias com muito saco teria paciencia de assistir para depois publicar um texto gigante como esse em seu blog.
Resumindo. Skol Sensation Fail! Perderam a chance de utilizar uma tecnologia super interessante para gerar boas sensações e espectativas no usuário em detrimento de um banner extremamente pesado e que não acrescenta quase nada a quem assiste ou espera pelo evento.
A web e suas ferramentas digitais, 2.0, 3.0 e ou qualquer versão daqui em diante, não foram e não serão criadas com intuito de simplesmente repassar uma mensagem de outro canal e sim gerar experiencias com o usuário. Qualquer marca que não entenda isso será vinculada a alguma teoria ultrapassada que subestima o poder disso tudo que estamos vivendo, sentindo e experimentando.
Coraline, uma animação feita toda em stopmotion super foda, ainda nem foi lançada e merecidamente já está dando o que falar. A última investida de divulgação foi produzida pela Inwindow Outdoor, empresa especializada em vitrines interativas. Instalada em 7 cidades os painéis possuem recursos interessantes como sensores de proximidade, reconhecimento de gestos e realidade aumentada. Bem bacana.